Assim que chegamos, ele desliga o carro e rumamos pela lateral da casa. Nando aproveita e pega uma das mantas que fica guardada em um cesto na varanda. Com passos rápidos, seguimos até areia da praia. A manta é estendida no chão e, segurando minha mão, me convida a fazer o mesmo. Deitados, nossos beijos começam exigentes, cada um matando a sua sede. Sem nenhum cuidado, Nando rasga meu vestido, minha calcinha e me penetra, invadindo com pressa. — Me desculpe, estou a ponto de explodir. Aprofunda mais suas investidas dentro de mim. Arranho as costas dele com força. — Betina, assim que chegarmos em Nova Iorque, eu quero jogar com você e um amigo de faculdade. Vê-lo te f***r. Você vai querer? — Sim, estou excitada só de ouvi-lo falar. — Se nós estivéssemos lá, ligaria pra ele agora.

