Capítulo 15

1410 Palavras
Sempre que podia ele passava para dar um oi a Teresa acariciar seus cabelos e ficar uma hora admirando ela dormir. Dona Marta permanecia muito m*l desde o acidente, ficava dia e noite velando o sono da sua filha com uma face abatida e triste notava que ela estava entrando em depressão. Os amigos de Leandro também visitavam Teresa e desejavam melhoras. Sempre que podiam também faziam companhia para dona Marta e tentavam alegrar ela. Fosse com mensagens de melhoras ou poucas palavras trocadas entre eles. A chegada do doutor Aleki ou mais conhecido como lek. Causou uma grande preocupação a Marta. Ela não confiava nele e sua forma de agir criava uma desconfiança ainda maior. Aleki vinha de uma família de médicos renomados devido à sua grande inteligência e algumas faculdades que ele conseguia administrar muito bem. Fazendo a pedido de Maju sua transferência para o hospital de Teresa. Lá ele olhava e vigiava Teresa com cuidado e fazia exames nela que poderiam ajudar na busca por informações de sua melhora. Aleki descobre que Teresa estava grávida em um dos exames que fez e sem que ninguém soubesse ele informou Maju. Com a informação em mãos, Maju começou a ficar preocupada com a situação entre eles. Dona Marta enquanto estava no hospital acabou por ficar m*l ao ponto de internar e ficar na base do soro. Billy sequer apareceu no hospital para ver sua filha tamanho era sua irresponsável. m*l sabia Marta que o homem ao qual acreditava Amá La. era na verdade uma pessoa que indiretamente estava ligada a pessoa que tentou matar sua filha. Sendo visitada por Julia, uma enfermeira muito simpática e gentil que ajudou bastante dona Marta a se recuperar. As duas passaram a criar um vínculo de amizade e principalmente ao contar tudo. O que sabia ambos começaram a duvidar de Aleki. Entre idas e vindas Júlia e Marta sempre conversavam sobre vários assuntos aleatórios. Ela também melhorou bastante e se recuperou para ficar sempre perto da filha. Júlia era filha de uma família adotiva de pais médicos. Ao qual conhecia muitas pessoas importantes que poderia ajudá-las. Ainda que Júlia não soubesse se de fato seus pais a ajudaria. Cada dia que se passava naquele hospital era o suficiente para que as duas amigas tivessem que investigar Aleki. Em seu quarto, ainda que Teresa não pudesse acordar, ela revivi momentos felizes ao lado de Leandro. Dona Marta relembrava a conversa com sua filha sobre Maju. — mãe eu não me sinto bem — revelou Teresa ao chegar em casa abatida pelo que aconteceu na casa de Maju. — o que aconteceu filha? me conta você parece que viu um fantasma. — pergunta marta com curiosidade e preocupação com sua filha. — estava na casa da Maju e numa conversa com ela eu acabei contando minhas férias e que eu transei com Leandro. — Teresa contava com pesar como se tivesse culpa do que aconteceu. — essa garota nunca me desceu. Me desculpa mas esse Leandro ela estava obcecada por inveja. — sua mãe dizia algo que percebeu de longe do pouco que sua filha contava da garota. — mãe ela não é r**m eu acredito. — Teresa tenta defender Maju em vão pois sua mãe tinha um bom sexto sentido e não se enganaria facilmente. Depois da conversa com sua filha ela passou a não ver Maju e ficaram separadas por um tempo. O clima tenso entre o local era visível a todos e Marta começou a rezar baixinho. Querido Deus ajude minha filha Teresa, ela é uma pessoa boa e amável. Tem um bom coração sempre direita e muito tranquila por favor senhor ajude minha filha. Agradeço desde já por me ouvir amém. Leandro buscava uma solução mentalmente para o problema de Teresa . Ele se lembrava de um último caso onde o acusado ameaçou eles de morte por perderem. O homem parecia sério sobre sua ameaça e principalmente seria ele o culpado do estado de sua amada. Era uma pergunta à qual não saberia responder. Todos os amigos dele também foram visitar Teresa no hospital e desejar melhoras. — boa noite como anda a minha amiga ? — pergunta Ana Paula muito abatida ao lado de Thomas que acompanhava ela. — ainda vai m*l está em cirurgia ainda.— Leandro comentou a Ana Paula. Thomas que seguia ela também sentou ao seu lado. E juntos os quatro ficaram preocupados não demorou muito e logo os amigos perguntaram do acidente no casamento. — O que aconteceu foi que recebi notícias agora de um atentado à vida de alguém no casamento. Leandro, você está bem ? O que aconteceu? Quem foi atingido? — viviam fazia pergunta com certo interessante e muita curiosidade. ainda que no fundo não apoiasse totalmente a relação de seu irmão com Teresa. Ela não desejava que a mesma morresse. — foi a Teresa. Aconteceu na igreja e nem sequer pude dizer o quanto amava ela. Se ela morrer não sei o que vai ser da minha vida ela é minha amada e meu tudo viviam. — chorava ao se lembrar das palavras dela dizendo que aceitava o casamento. — agora não está sozinho, amigo pode contar com a gente para tudo o que precisar Leandro. — Thomas deu um abraço no melhor amigo e o confortou. — obrigado vocês são meu tudo neste momento. — Leandro dizia com certa tristeza em sua voz se recordando dos últimos dias das férias deles. Leandro parecia ansioso quando chegou no território da casa de Tereza. Com um lindo buquê de rosas vermelhas ele aperta o botão da companhia. E logo Marta foi atender sorridente. — Minha filha o Leandro chegou. — já vou descer mãe. — gritou do quarto e logo desceu apressada. — oi. — respondeu ao ver Teresa. — Olá, tudo bem. — devolveu uma resposta de forma tímida. Uma conversa se iniciou posteriormente onde Leandro explicou que desejava levar Teresa para viajar e conhecer a casa de praia da família dele. Marta por sua vez ficou feliz também. No entanto, deixou claro que se ele fizesse m*l para sua filha ela iria intervir sobre. Além de proibir a visita dele à residência da família e novamente a vida de sua filha. Leandro aceitou as condições e logo eles seguiram para o carro dele e colocaram as malas de Teresa lá. Sua mãe se despede de Tereza e o casal seguiu rumo a praia. — Você nunca viajou? — pergunta com certa curiosidade. — Na verdade não sou muito fã. Meu pai e eu pouco nos vimos e fizemos viagem. — tocar naquele assunto fazia Teresa ficar triste então Leandro desejava saber o motivo ainda que não soubessem tudo um do outro. — Meu pai e minha mãe se separaram na infância. Ainda era muito jovem e não soube lidar muito bem com isso. Devido a separação eu acabei tendo um problema para aceitar e tive que passar por psicólogo por um tempo. Meu pai pouco me visitava e raramente estava comigo, então passei a ficar mais com minha mãe. Ainda que ame meu pai não o culpo pela separação mas todo caso que envolve família e separação me deixam m*l por isso. — me desculpa, eu não sabia disso. — disse Leandro e se sentiu m*l por perguntar sobre. — você não sabia. Mas vamos mudar de assunto. Teresa então ouviu tudo que Leandro tinha para contar. Ele informou que sua família adquiriu a prioridade aos seus 10 anos não que ele odiasse a ideia mas aproveitavam pouco o lugar. As paredes ainda continuavam no seu tom azul, a piscina ainda tinha o fundo azul. Tudo continuava o mesmo exceto ele que não visitava o lugar a um bom e longo tempo. Foi naquele lugar que teve seu primeiro beijo. Conheceu seu melhor amigo Thomas e também teve pela primeira vez seu coração partido. Um lugar como aquele traziam lembranças demais. — Voltar neste lugar não é tão doloroso para você? — Teresa direciona um olhar atento a ele para poder dizer ou comentar com ele algo em uma hipótese distante mudar de assunto. — Reviver o passado pode ser algo bom, sempre podemos aprender com nossos erros para poder mudar como pessoa. Ainda que algumas de fato não mudam nunca. — esclarecer Leandro e assim o silêncio volta a reinar. Então mandou mensagem para benjamin um amigo que ele fez naquela cidade e naquele momento ele se encontra ocupado.
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