Sabe aquele clima familiar entre conversas e risadas a Flavinha quando acordou já veio para o meu colo, enquanto eu babava naquele Deus grego falando com aquela voz de causar arrepio na espinha ele contava o que tinha rolado na sorveteria. Vi o Sr. Rael apertar as mãos, sua expressão carregada de indignação. — O que essa marmita estava fazendo aqui? — perguntou ele, com semblante preocupado. — Depois do que aquele infeliz aprontou, ela tinha sumido.— Boa coisa, ela não está aprontando. — E você bateu nela? — Perguntou Gaby, aflita e visivelmente preocupada. — Sim, dei uns tapas naquela cara sonsa dela — Respondi — E digo mais, se eu soubesse quem ela era, eu teria dado bem mais que um tapa. — Eu não duvido disso — Comentou Dom, rindo da situação — Parecia mais aquelas mães leoa defende

