O segundo orgasmo veio como um trovão seco, sem aviso. Dante m*l tinha dado tempo de eu descer do primeiro. Seu corpo ainda tremia levemente sobre o meu, sua respiração nem tinha voltado ao normal, e ele já estava endurecendo de novo dentro de mim. — Já? — a pergunta saiu um fio de voz, quase um riso incrédulo. Ele não respondeu com palavras. Apenas me olhou. Aquele olhar. Escuro, concentrado, faminto. Como se eu fosse a última refeição dele e ele estivesse há dias sem comer. Então ele começou a se mover. Não foi como da primeira vez. Aquela foi intensa, sim, mas ainda tinha alguma coisa de reconhecimento, de descoberta. Agora era diferente. Agora era posse. Agora ele sabia exatamente onde me tocar, onde me apertar, onde me pressionar até eu perder o chão. Ele sabia. E usou cada info

