49. Elena

797 Palavras

Ficamos abraçados, respirando o mesmo ar escasso. Eu tremia incontrolavelmente, minha testa apoiada na dele, minhas pernas dormentes. Ele me deitou com cuidado, como se eu fosse feita de vidro. Eu pensei: acabou. Finalmente. Meu corpo agradeceu. Deitei de lado, puxei o travesseiro, fechei os olhos. Senti o colchão afundar atrás de mim. Senti seu peito quente contra minhas costas. Senti sua mão no meu quadril, erguendo levemente minha perna. — Dante... — Shh. Sua voz estava calma. A mão, firme. O p*u, endurecendo de novo contra minha coxa. — Não... não dá mais... — Dá. Ele entrou devagar. Muito devagar. Eu gemi baixo, de prazer e de pura sobrecarga sensorial. Meu corpo inteiro era um nervo exposto, e cada movimento dele era um estímulo novo, forte demais, quase insuportável, mas

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