- Ela não pode estar gravida! - repito quase como um mantra. - Esdras você precisa se acalmar. - O Dr. Paulo faz com que eu me sente. - Eu entendo que estão no começo do namoro, mas essas coisas acontecem e... - Você não está entendendo doutor! Eu não posso ter um bebê. - Você não... - Ele parece confuso. - Eu estou morrendo. Tenho cardiopatia dilatada, não posso deixa-la com um filho. Sozinha, desamparada. Meu sogro se senta ao meu lado e segura minha mão. Ele não está bravo, como eu achei que ficaria, muito menos decepcionado. Consigo ver a alegria em sua expressão: - Um filho é uma benção e um presente que você deixará para Cat. - Uma garota de dezoito anos com um filho? O que tem isso de bom? Ela nunca vai poder seguir em frente. - Vai, se ela quiser. - Não é ju

