Acordo dentro de uma ambulância. Giovane está segurando minha mão e ao seu lado um paramédico realiza os pequenos procedimentos para que meu coração se estabilize. Eles já me socorreram tantas vezes que me conhecem pelo primeiro nome e endereço da empresa e residencia. E também possuem o contato do doutor Mauro e meu pai. Sento-me na maca e busco por apoio quando minha cabeça dói. Sou informado de que precisarei levar alguns pontos e que devo ficar deitado ou então perderei a consciência novamente: - Eu preciso de um papel. - digo me recusando a me deitar enquanto não fizerem o que eu peço. - Esdras, por favor. - Giovane suplica segurando meus ombros colados na maca. - Você precisa se deitar. - Depois de escrever o que eu quero. - Você vai ficar bem e poderá fazer isso d

