†capítulo 23†

375 Palavras

Elisa Bianchi Ele me joga sobre o ombro e desfere um tapa sobre minha b***a, em forma de protesto esmurro as costas dele mas é em vão, ele continua a andar como se nada estivesse acontecendo as pessoas ao nosso redor cochicham e eu não posso fazer nada nesta situação embaraçosa. — Solte-me, seu filho da p**a. — Grito com a face total corada de raiva. — GETÚLIO EU MANDEI VOCÊ ME SOLTA, p***a! — Gritei seu nome sem meter o título de padre no meio, neste momento sinto o chão sob meus pés. Olhei para cima e vi um sorriso presunçoso em sua face. — Do que você me chamou? — sua voz carregava com leve tom de desdém. — O chamei pelo nome que te deram ao nascer ou não se lembra do seu próprio nome? — Debochei. Suas íris reluzem com um brilho de ira pronto para vir átona. — Não me desafiei picc

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