Nicolas estava voltando para sua casa. Ao seu lado no banco um arranjo de rosas vermelhas, elas eram as preferidas de Alicia, uma caixa de deliciosas trufas e um ursinho de pelúcia.
Ele pegou o bicho na mão. Ainda não sabia o porquê, tinha pego aquele negócio e******o. Alicia quando viva, gostava de joias, tecidos finos, maquiagens, tudo do bom e do melhor. Algo simplista, como um bichinho de pelúcia não era a cara dela. A imagem do sorriso doce de Melissa veio em sua mente. Ela sim, gostaria daquilo, de todas as belíssimas e caras roupas que tinha comprado, sempre pegava as mais simples e confortáveis.
Seu celular vibrou em seu bolso, pegando, foi até o aplicativo de mensagens:
Anônimo: Estávamos em frente de seu prédio, as garotas estão emprestando seu poder para a elemental do fogo escapar com a outra.
Nicolas olhou sem acreditar para o visor. — Vá o mais depressa possível. — Rosnou o comando para o motorista. Digitou o número do celular de André, esperou impaciente e não obteve resposta.
— p**a que pariu!
***
Longe dali uma garota com um lindo vestido branco sujo de terra, caminhava sem rumo. Completamente perdida e sem memória não sabia para onde ir. Um carro preto parou do lado dela, um homem de roupas escuras saiu do lado do passageiro. Olhou para a menina e ofereceu uma mão.
— Venha comigo, eu te ajudarei.