— Ainda pensando naquele Michel? — perguntou a Sra. Drummond, quebrando três ovos em uma frigideira bem quente, cheia de manteiga. — Não — mentiu Tish. — Bom. Porque você sabe o que penso sobre os franceses. — Sim, eu sei, Sra. D. Como Tish desejava nunca ter confidenciado à Sra. Drummond sobre Michel! Uma noite, depois de muitas taças de vinho tinto, parecera uma boa ideia abrir seu coração. Mas desde então, era submetida diariamente a sermões de como “nunca se podia confiar em um homem francês” porque eram “todos covardes”. A xenofobia tinha boa intenção, mas Tish achava exaustivo. — Ah, não. Não quero rabanada — protestou ela —, me dá indigestão. — Besteira, querida. Você só está comendo rápido demais — disse a Sra. D, jogando alegremente duas fatias de pão de rabanada na frigidei

