Pré-visualização gratuita 1 - SOGRO - PRAZER PROIBIDO NA PISCINA
Esta é uma obra de ficção. Todas as relações retratadas são entre adultos consensuais e não envolvem laços sanguíneos. Histórias com sexo explícito para maiores de 18 anos.
SOFIA
Meu nome é Sofia, tenho 22 anos e sou casada com Marcelo há quatro. Casei cedo, aos dezoito, achando que estava realizando o sonho de princesa dos contos de fada. Ele era mais velho, bem-sucedido, dono de uma construtora, e me tratava como se eu fosse feita de porcelana.
No começo, era lindo. Flores, jantares, atenção. Depois vieram as obras, os clientes, as reuniões. O celular que tocava na madrugada. As noites em que eu dormia sozinha na cama king size.
Aos vinte e seis, Marcelo já parecia ter cinquenta. Estressado, ausente, sempre com a desculpa de que estava construindo nosso futuro. O futuro chegou, mas ele não estava lá para vivê-lo.
Carlos, meu sogro, é o oposto do filho.
Viúvo há cinco anos, cinquenta e dois bem vividos, corpo de quem frequenta academia e cuida da alimentação. Cabelos grisalhos nas laterais, olhos verdes que parecem enxergar através da gente, mãos grandes com dedos longos, mãos de quem trabalhou a vida toda, herdeiro de uma fortuna mas nunca deixou de sujar as mãos nas próprias obras.
Ele me olha diferente desde o casamento. Eu sempre notei, mas fingia que não. Quando Marcelo está por perto, Carlos é só o sogro atencioso. Quando estamos sozinhos, o ar muda. Fica mais pesado. Mais quente.
E agora estamos os três na casa da praia. Uma mansão branca de dois andares com vista para o mar, piscina infinita, e mais quartos do que podemos usar.
Marcelo trouxe o escritório na bagagem. Há duas horas está trancado no home office, resolvendo uma crise com um cliente importante. Pelos gritos que ecoam até aqui, não está sendo uma conversa fácil.
Estou deitada numa espreguiçadeira à beira da piscina. O sol das duas da tarde bate forte, e eu uso o biquíni mais simples que trouxe, duas tiras pretas que m*l cobrem o necessário. A parte de cima é uma espécie de sutiã triangular que levanta meus sëios e deixa metade deles à mostra. A de baixo é uma calcinha fio-dental que se enterra completamente entre minhas nádegas.
Não foi proposital. Ou talvez tenha sido. Talvez eu quisesse ser vista.
— O calor tá de matar, não?
A voz dele me faz abrir os olhos. Carlos está parado na porta de vidro que dá para a sala, usando apenas uma bermuda de praia estampada, mais baixa do que deveria, mostrando aquele vinco muscular na lateral do quadril que sempre me deixou boba. O peito dele é liso, definido, com uma fina linha de pelos descendo pela barriga e sumindo dentro da bermuda.
Sento-me na espreguiçadeira, tentando disfarçar que estava praticamente nua.
— Pois é. Marcelo continua resolvendo a vida, né?
Ele ri, um som grave que vibra dentro do peito.
— Meu filho não sabe aproveitar as coisas boas da vida. Sempre igual ao avô, viciado em trabalho. Eu já fui assim, perdi anos preciosos. Depois que a mãe dele morreu, percebi que dinheiro nenhum paga um pôr do sol visto com a pessoa certa.
Os olhos dele encontram os meus por um segundo longo demais. Depois descem, rápidos, pelo meu corpo. Tempo suficiente para eu sentir o calor subir às minhas bochechas.
— Você passou protetor? — ele pergunta, sentando-se na espreguiçadeira ao lado.
— Passei na frente. Nas costas não alcanço direito, mas tudo bem.
— Deixa eu passar pra você.
Não é uma pergunta. É uma afirmação. E antes que eu possa responder, ele já está de pé, pegando o frasco de protetor em cima da mesinha.
Meu coração dispara.
— Carlos, não precisa...
— Eu sei que não preciso. Eu quero.
Ele se senta na borda da minha espreguiçadeira, atrás de mim. Sinto o calor do corpo dele irradiando, mesmo sem encostar. As mãos grandes esfregam o protetor, aquecendo-o, e quando os dedos finalmente tocam minhas costas, eu fecho os olhos involuntariamente.
O toque é firme. Lento. As palmas deslizam dos meus ombros até o meio das costas, espalhando o creme em movimentos circulares. Quando chega perto da alça do biquíni, os polegares deslizam por baixo do tecido, quase, quase tocando a lateral dos meus sëios.
— Relaxa — ele murmura, sentindo minha tensão. — Tá muito tensa, Sofia. Ele não te toca mais, toca?
A pergunta me pega desprevenida. Abro os olhos, olho para frente, para o mar azul infinito.
— Carlos...
— Não precisa responder. Eu vejo. Vejo como você olha pra ele, como espera um carinho que nunca vem. Vejo como você murcha quando ele entra na sala e nem te cumprimenta direito.
As mãos dele descem, agora na região lombar, os polegares pressionando pontos tensos perto da curva que leva às minhas nádegas.
— Você é linda, Sofia. Muito nova, muito viva pra ser desperdiçada assim.
Engulo seco. O biquíni está ficando molhado entre minhas pernas. Não é da piscina.
— Ele é seu filho — sussurro, como se precisasse me lembrar.
— E é justamente por isso que eu sei que ele não te merece.
De repente, as mãos param. Sinto ele se levantar. Quando olho para trás, Carlos está me encarando, os olhos verdes escuros, quase pretos de tanta dilatação. A bermuda dele está levantada na frente. Não dá pra disfarçar. A ereção enorme é impossível de disfarçar.
— Vou pegar uma cerveja. Quer?
Quero. Quero muitas coisas. Mas aceito a cerveja.
Ele volta minutos depois com duas long necks. Senta-se ao meu lado, na mesma espreguiçadeira. Nossos corpos se tocam dos ombros aos quadris. Sinto o calor da coxa dele contra a minha.
— Saúde — ele brinda, os olhos nos meus.
Bebemos em silêncio, vendo as ondas quebrarem lá longe. O vento traz cheiro de sal, e eu nunca me senti tão viva.
— Por que você não separa? — ele pergunta de repente.
— Porque casei pra vida toda. Porque tenho vergonha. Porque minha família ama ele. Porque... não sei. Medo, talvez.
— Medo de quê?
— De ficar sozinha.
Carlos coloca a cerveja no chão. Com a mão livre, segura meu queixo e vira meu rosto na direção dele.
— Você nunca ficaria sozinha, Sofia. Não se tivesse alguém que realmente te quisesse.
O beijo acontece num segundo. A boca dele encontra a minha com uma fome que me assusta e me excita. Não é um beijo de teste, de sondagem. É um beijo de posse. A língua dele invade minha boca, quente, firme, e eu gemo contra ele sem querer.
A mão que segurava meu queixo desce, passa pelo meu pescoço, desliza pelos meus sëios, para por cima do mamilo duro sob o tecido fino. Ele aperta de leve, e eu arqueio as costas, empurrando minha mão contra a dele.
— Carlos... a gente não pode...
— Pode — ele murmura contra minha boca. — A gente pode tudo. Meu filho tá lá dentro, resolvendo a vida dele, a vida que não inclui você. Aqui fora, tem um homem que quer te comer de todas as maneiras possíveis.
A palavra me atinge como um choque. Ninguém nunca falou assim comigo. Marcelo faz sexo no escuro, de pijama, ele sempre por cima, sempre rápido, sempre em silêncio, raramente eu tenho orgasmos.
Carlos me puxa para cima dele. Agora estou montada em suas pernas, sentindo o volume duro pressionando exatamente onde eu mais quero. A bermuda dele não esconde nada. É grande, muito maior que o do filho, e eu sinto a ponta pressionando minha entrada através dos dois tecidos finos que nos separam.
— Você quer, Sofia? — a voz dele está rouca. — Quer que eu te coma aqui, na piscina, enquanto meu filho trabalha lá dentro?
Olho nos olhos dele. Verdes. Escuros. Perdidos em mim.
— Quero.
A resposta sai antes que eu pense. Sai do fundo da minha barriga, do lugar onde o desejo mora há quatro anos esperando para ser descoberto.
Ele me levanta com uma facilidade que me impressiona. Em dois passos, estamos dentro da piscina, a água fresca contrastando com o calor dos nossos corpos. Ele me empurra contra a borda, o azulejo frio nas minhas costas, a água na altura da cintura.
A boca dele desce para meu pescoço, mordendo de leve, sugando. As mãos encontram a alça do biquíni e puxam, num movimento rápido que a faz cair, libertando meus sëios. Ele recua para olhar.
— Perfeitos — murmura, antes de levar um deles à boca.
A sucção é forte, rítmica. A língua dele brinca com o mamilo, enquanto a mão que sobra agarra o outro, apertando, puxando. Eu agarro os cabelos grisalhos dele, puxo, gemo alto sem me importar se alguém ouve.
— Calma, gostosa — ele ri contra minha pele. — Vai ter tempo. Vou te provar toda.
Ele desce. A boca quente percorre meu peito, minha barriga, para no umbigo, a língua circulando, descendo. Quando chega na altura da calcinha do biquíni, ele me ergue um pouco sobre a água, morde o elástico na lateral e puxa, olhando para mim.
— Levanta mais um pouco.
Obedeço. Ele puxa a calcinha, que desce pelas minhas pernas e some na água. Estou completamente nua na piscina, com meu sogro ajoelhado na água à minha frente.
Ele não perde tempo. As mãos grandes abrem minhas coxas, empurram minhas pernas para cima dos ombros dele, e quando a boca encontra meu sexo, eu grito.
Não é um gemido. É um grito.
A língua dele é quente, macia, e encontra cada centímetro de mim com uma precisão absurda. Ele lambe de baixo para cima, devagar, sentindo o gosto, depois se concentra no meu ponto, chupando com força enquanto os dedos abrem minha entrada.
— Você é muito molhada, Sofia — ele murmura, a voz vibrando em mim. — Tão doce. Meu filho é mesmo um grande i****a.
Dois dedos entram em mim de uma vez. Grossos, longos, preenchendo de um jeito que eu nunca senti. Ele curva, encontra um ponto dentro de mim que me faz ver estrelas, e começa a bombar enquanto a boca não para de me chupar.
— Isso, isso, por favor, não para...
Meu corpo começa a tremer. O orgasmo vem rápido, forte, me pegando de surpresa. Grito o nome dele, me agarro aos ombros, as pernas fechando em volta da cabeça enquanto as ondas de prazer me consomem.
Ele não para. Continua chupando, os dedos bombando mais lento, prolongando cada espasmo até eu não aguentar mais.
— Chega, chega, tá sensível demais...
Ele ri, aquele riso grave, e sobe. Está molhado, a barba pingando da água da piscina e de mim, os olhos brilhando.
— Só foi o começo, princesa. Ainda nem comecei com você.
Ele tira a bermuda dentro da água. Quando emerge, o päu dele está apontado para mim, e eu finalmente vejo o tamanho. Deve ter uns vinte e dois centímetros, grosso, reto, a cabeça rosada pulsando. As bolas são grandes, pesadas, cobertas de pelos castanhos grisalhos.
— Você vai me comer com isso? — pergunto, b***a.
Ele segura o próprio päu, passa a cabeça pela minha entrada, sentindo como estou molhada.
— Vou. Mas primeiro, vou te comer de um jeito que você nunca vai esquecer.
Me vira de costas, me curva sobre a borda da piscina. Sinto o ar fresco nas minhas nádegas molhadas, e então a cabeça do päu dele pressiona minha entrada.
Ele entra devagar. Tão devagar que parece uma eternidade. Cada centímetro abrindo caminho, esticando, preenchendo. Quando chega no fundo, geme alto, as mãos segurando meus quadris com força.
— c*****o, Sofia. Você é muito apertada. Tão quente.
Começa a se mover. Devagar no começo, estocadas profundas que me fazem sentir cada pedaço dele. Depois acelera, o ritmo ficando mais urgente, os quadris batendo nas minhas nádegas com sons molhados.
— Assim? Gosta assim, sua gostosa?
— Sim, sim, mais fundo...
Ele obedece. Enterra até não poder mais, e eu grito, o prazer misturado com a dor deliciosa de ser preenchida além do limite. A mão dele sobe, agarra meu cabelo, puxa minha cabeça para trás enquanto continua me comendo.
— Olha — ele ordena, apontando para a janela do home office.
Lá dentro, entre as persianas semiabertas, vejo Marcelo. Está de pé, de costas, falando ao telefone, gesticulando, completamente alheio à p*****a que rola a poucos metros dele.
— Ele não faz ideia — Carlos sussurra no meu ouvido, as estocadas ficando mais fortes. — Não faz ideia de que eu tô comendo a mulher dele na piscina. Que você tá gemendo com o meu päu.
A perversão da situação me atinge. Meu marido, trabalhando. Meu sogro, me fodendo. Eu, sendo comida como nunca fui na vida.
— Goza de novo pra mim. — ele ordena. — Quero sentir você apertando meu päu.
A mão dele contorna meu corpo, encontra meu cl!tór!s, esfrega em círculos rápidos enquanto ele me come por trás. A combinação é mortal. Em segundos, estou gozando de novo, mais forte que antes, os gritos abafados pela mão que ele coloca na minha boca.
— Isso, isso, goza gostoso, isso... assim.
Ele não para. Continua me comendo durante meu orgasmo, prolongando, intensificando. Quando os espasmos passam, ele me puxa para fora da piscina, me deita na espreguiçadeira, e sobe em cima de mim.
— Agora quero ver sua cara quando eu gozar.
Entra de novo, agora de frente, e começa a bombar rápido, urgente. As pernas dele entre as minhas, o corpo enorme cobrindo o meu, a boca encontrando a minha, os gemidos abafados um no outro.
— Vou gozar dentro — ele avisa, a voz falhando. — Quer?
— Quero. Goza dentro de mim.
A última estocada é funda, forte, e eu sinto. Sinto cada jato quente me preenchendo, pulsando, infinito. Ele geme meu nome contra meu pescoço enquanto se esvazia dentro de mim, e eu aperto as pernas em volta dele, querendo guardar cada gota.
Ficamos assim, imóveis, por muito tempo. A respiração ofegante, os corpos colados, o sol queimando nossa pele.
Quando ele finalmente sai, o esperma escorre, quente, viscoso, prova viva do que fizemos.
Carlos se deita ao meu lado, me puxa para cima dele, e acende um cigarro.
— E agora? — pergunto.
Ele sopra a fumaça para o alto, olhando o céu.
— Agora você decide. Volta pra ele, pra essa vida morna, ou vem comigo.
— Carlos...
— Não tô falando de casamento, Sofia. Tô falando de vida. De sentir prazer. De ser desejada. Posso te dar isso. Ele não vai.
Olho para a janela do home office. Marcelo continua lá, falando ao telefone, gesticulando. Não viu. Não sabe.
— E ele? Se ele descobrir?
— Não vai descobrir. A não ser que você queira que descubra.
Fico em silêncio, processando. A mão dele desce pelas minhas costas, acaricia minha b***a, os dedos encontrando a umidade entre minhas pernas.
— A gente tem mais dois dias aqui. Temos tempo.
Beijo o peito dele, sinto o gosto de sal e suor.
— Temos.
---
Naquela noite, Marcelo jantou conosco. Reclamou do cliente, da crise, do estresse. Não percebeu o sorriso no canto da boca do pai. Não percebeu o brilho nos meus olhos. Não percebeu nada.
Depois do jantar, foi dormir cedo. Disse que precisava descansar para as reuniões do dia seguinte.
Carlos esperou uma hora. Depois bateu na porta do meu quarto.
Ia ser a primeira vez que eu dormia na cama de casal com meu sogro.
Não seria a última.
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