4 - CUNHADA - A VISITA

2468 Palavras
Esta é uma obra de ficção. Todas as relações retratadas são entre adultos consensuais e não envolvem laços sanguíneos. Histórias com sexo explícito para maiores de 18 anos. THIAGO Meu nome é Thiago, tenho 43 anos, sou casado com a Fernanda há quinze anos. Um casamento que já era. Não no papel, não na aparência, mas na cama, no calor, no t***o — isso morreu há muito tempo. Fernanda é uma boa mulher. Parceira, companheira, dessas que a gente apresenta pra mãe com orgulho. Só tem um problema: não me toca há meses. E quando toca, é daquele jeito morno, sem vontade, como quem cumpre obrigação de casada. Eu sou o contrário. Sempre fui dominante, de pegar, de mandar, de comer com gosto. Mas com ela, tenho que segurar a onda. Não é o tipo dela. — Isso é coisa de filme adulto. — ela diz. — Tenha mais respeito, Thiago. Respeito. Foda-se o respeito quando o meu päu tá durasso e não tem onde enfiar, pra me aliviar. A sorte é que estamos de férias. Duas semanas em casa, sem trabalho, sem rotina. Pensei que fosse bom pra gente, que talvez ela relaxasse, se soltasse um pouco pra mim. Mas não. No terceiro dia, a tia avó dela passou m*l. Lá se foi minha mulher, voando pra outro estado, cuidar da parente. Fiquei sozinho. Com a casa grande, a piscina, a adega cheia, e uma bronha esperando pra ser batida ao menos três vezes ao dia. Até ontem. --- Eram quatro da tarde. Eu tava na sala, vendo qualquer merda na TV, tomando uma cerveja, quando a campainha tocou. Levantei, abri a porta, e levei um susto. — Júlia? Ela era a mulher do meu irmão mais novo, Pedro. Casados há seis anos, ela deve ter uns 22 anos, eles se casaram cedo, jovens, ela tinha 16 e meu irmão já tinha uns 35 anos na época. Ela é muito bonita, morena, cabelo cacheado, olhos verdes, corpo de violão pra mim, mas alguns a chamariam de gordinha — mas pra mim, ela é daquelas mulheres que eu olharia na rua e pensaria "p**a merda quanta carne". Ela é sempre educada, sempre na dela. Eu m*l trocava duas palavras com ela nos almoços de família. Mas ali, na minha porta, ela era outra pessoa. Olhos vermelhos de chorar. Maquiagem borrada. Mãos tremendo. Vestido leve, azul, alças finas, marcando cada curva, e ela nem devia ter percebido. — Júlia, o que foi? A Fernanda, não está. — Eu disse. — Eu... eu vim atrás dela. Preciso dela, Thiago. Preciso desabafar. O Pedro... ele... A voz falhou. Ela desabou no batente da porta deslizando até o chão, soluçando. Minha primeira reação foi pegar no braço dela, ajudar a levantar. — Calma, calma. A Fernanda não tá aqui. Viajou ontem, a tia dela passou m*l. Os olhos dela se arregalaram, cheios de desespero. — Não... não pode ser... eu não tenho mais ninguém... — Entra — falei, antes de pensar. — Entra, senta, toma uma água. Me conta o que houve, quem sabe eu posso ajudar. Ela e a minha mulher são confidentes, muito amigas. Sempre juntas em passeios ao shopping, fofocas, cochichos. Ela entrou. Aquilo era errado. Tão errado. Mas eu não ia mandar a minha cunhada embora naquele estado. --- Sentei no sofá ao lado dela, mantendo distância. Ela tremia inteira. — O que houve, Júlia? — Ele me trai — a voz dela saiu pequena, quebrada. — O Pedro me trai. Achei mensagens no celular. Foto. Conversa. Tem uns três meses, nudes, encontros em motéis. Com a secretária dele, aquela loira magrela, horrorosa. Ela puxou o ar, soluçando. — Eu confiava nele, Thiago. Casei achando que era pra sempre. Dei tudo de mim, fiz tudo, aceitei cada merda... e ele faz isso comigo. O choro voltou forte. Ela enterrou o rosto nas mãos, os ombros sacudindo. Instintivamente, coloquei a mão nas costas dela. Só pra confortar, sabe? — Calma, Júlia. Respira. Você deve estar enganada... Ela levantou a cabeça, os olhos veres encharcados me encarando. — Você é homem, Thiago. Me explica: por que vocês fazem isso? Por que não terminam, se tão infelizes? Por que precisam trair? — Nem todo homem é igual... — respondi, e a frase soou i****a até pra mim. Ela riu sem graça, enxugando as lágrimas. — Não? E você, é como, então? Nunca traiu a Fernanda? O silêncio foi longo demais. Ela percebeu. — Meu Deus... você já traiu, não foi? — Júlia, isso não é assunto... — Me conta — ela pediu, a mão dela tocando meu braço. — Me conta. Quero saber se homem presta pra alguma coisa. Olhei pra ela. A alça do vestido tinha caído num ombro, mostrando a alça do sutiã de renda preta. O decote deixava eu ver o começo dos p****s. Ela estava linda. Linda e vulnerável. Linda e desesperada. Linda e ali, na minha sala, sozinha comigo. — Já — admiti. — Mas faz tempo. E me arrependi. — Se arrependeu por quê? Pela culpa ou porque a mulher não prestava? Engoli seco. A mão dela ainda no meu braço, apertando forte. — Pela culpa. A mulher... ela prestava sim. Mas pra mim era só sexo. Sem amor, sem envolvimento. Ela suspirou, afastou o cabelo do rosto. — Sexo. É isso que falta. O Pedro não me come há meses. Diz que tá cansado, que é estresse do trabalho. E eu aqui, louca, molhada de vontade, me acabando com o vibrador sozinha enquanto ele fode com a secretária. A confissão saiu natural, sem pudor. Ela deve ter percebido meu espanto, porque corou. — Desculpa, falei demais. Tô com ódio dele. — Não precisa se desculpar. — É que... você é diferente, Thiago. Sempre achei. Mais homem que o Pedro. Mais... presente, com a Nanda. Ela me conta algumas coisas... Agora a mão dela subiu, tocou meu rosto. A pele macia, quente. Não sei que merda a Fernanda anda falando, mas nada melhor do que uma propaganda. — Você me acha bonita? — Júlia... — Me acha? — Acho. Claro. Sempre achei. — Por que nunca me olha? Porque você é mulher do meu irmão, c*****o. Porque isso é errado em tantos níveis. Porque... — Porque sou casado — Não era por isso. Era por ele, ela é casada com o meu irmão. Ela se aproximou. O perfume doce, flor de laranjeira, invadiu minhas narinas. — A Fernanda não tá aqui. O Pedro tá lá, fodendo a secretária. A gente tá aqui, sozinho, nessa sua casa enorme. Você não acha que o universo quer que a gente... — Júlia, para. — Por que? — Ela deslizou a mão pelo meu peito. — Você não quer? Olha pra mim. Olha nos meus olhos e diz que não quer. Olhei. Os olhos verdes, brilhando, fixos nos meus. A boca entreaberta. O vestido com a alça caída. Meu päu endureceu tanto que doeu. — Quero — a voz saiu rouca, inevitável. — Quero, mas não podemos, né? — Podemos, sim. — Ela sentou no meu colo. De repente, tava ali, montada em mim, o vestido subindo, mostrando as coxas. — Me come, Thiago. Me come como você come a sua mulher. Me faz sentir mulher de novo. A última réstia de juízo sumiu quando ela beijou minha boca. Não foi um beijo tímido. Foi fogo puro. Língua, dente, saliva. A mão dela agarrou meu cabelo, puxou, enquanto eu apertava a cintura dela, puxando contra mim. Senti o calor da b*******a dela na altura do meu p*u, mesmo com as roupas. — Assim — ela gemeu. — Me agarra assim. Forte. Minha mão subiu, agarrou o cabelo cacheado dela, puxou pra trás, expondo o pescoço. Mordi de leve, depois chupei, deixando marca. — Você é minha agora — falei, a voz grave, autoritária. — Entendeu? Ela gemeu, os olhos vidrados. — Entendi. — Então me obedece direitinho e me deixa fazer o que eu quiser com você. Levantei com ela no colo, carreguei até o meu quarto, era pesada, mas dei conta. Os treinos na academia serviram pra algo. Joguei ela na cama, fiquei olhando de cima. Ela deitada, o vestido todo levantado, a calcinha aparecendo, os p****s quase saindo. — Tira isso. Ela tirou o vestido, rápido. Ficou só de sutiã preto e calcinha fio-dental. O corpo era melhor do que eu imaginava. p****s grandes, durinhos, cintura rechonchuda, quadril largo, coxas grossas. — Seu corpo é lindo — murmurei. Ela sorriu, tímida de repente. — Vem cá. — Ela me chamou. Ajoelhei na cama, puxei o sutiã pra baixo, libertei os p****s. Mamei um igual um bebê faminto, depois o outro, puxando os m*****s com os dentes, enquanto ela arfava, as unhas cravando no meu ombro. — Meu Deus, Thiago... — Cala a boca. Só geme pra mim. Desci. Beijos pelo abdômen, pela barriga, até a calcinha. Puxei com os dentes, rasguei o elástico. Ela riu. — Você rasgou. — Te compro outra, depois. Agora, fica com as pernas abertas. Ela obedeceu na hora. A b*******a morena, carnuda, completamente melada. Passei o dedo, senti o mel escorrer. — Tá molhadinha, hein? Tá com tanta vontade assim? — Tô. Tô imaginando você e eu. — Imaginando o quê? — Você me comendo toda. Me dominando. Me fazendo de sua p*****a. Sorri. Era isso que eu precisava. Uma mulher que aceitasse, que pedisse, que implorasse. Coisa que minha mulher não faz por vergonha ou sei lá o que. Enterrei o rosto ali. Chupei, lambi, mordi de leve. Ela gritou, agarrou meu cabelo, puxou minha cara contra ela. — Isso, isso, não para... Chupei o cl!tór!s com força, enquanto enfiava dois dedos dentro. Ela tava tão molhada que entrou super fácil. Bombei rápido meu dedos, o barulho dela molhada era muito excitante, a minha boca chupando, até ela gozar, o corpo inteiro tremendo, os gritos abafados pelo travesseiro. Quando levantou a cabeça, ofegante, eu já tinha tirado a roupa. Meu päu apontado pra ela, duro, grosso, pulsando. — Olha isso — falei masturbando meu päu que doía — Vai entrar em você. Ela olhou, os olhos arregalados. — É maior... — Cala a boca e abre as pernas. Ela abriu as pernas, se oferecendo. Montei, encaixei a cabeça na entrada, pressionei devagar. Ela gemeu alto quando entrei. — Devagar, devagar... — Não. Vou te comer gostoso. Aguenta quietinha. Enterrei fundo de uma vez. Ela gritou, mas agarrou minhas costas, puxou pra perto. Comecei a bombar, forte, rápido, os quadris batendo nela, a cama rangendo. — Assim? Gosta assim, sua p*****a? — Sim, sim, me come, me fode... Virei ela de bruços, puxei o quadril pra cima, enfiei de novo. Mais fundo ainda. Ela enterrou o rosto no travesseiro, os gemidos abafados, enquanto eu segurava os cabelos dela e comia sem dó. — Olha no espelho — ordenei. Ela levantou a cabeça. O espelho na parede mostrava a cena, eu por cima, ela de quatro, meu päu entrando e saindo, os p****s dela balançando. — Tá vendo? Tá vendo como você agora é minha p*****a? — Tô... tô vendo... — Goza de novo. Agora. Minha p*****a. A minha mão rodeou, encontrou o cl!tór!s inchado dela, esfreguei rápido. Ela gozou na hora, gritando, se contraindo toda. Eu não parei. Continuei comendo, sentindo cada espasmo, cada aperto. Quando os espasmos passaram, deitei ela de lado, levantei a perna e entrei de novo. Posição diferente, mais profunda, mais íntima. Ela gemia baixinho, os olhos fechados. — Vou gozar dentro de você. — avisei. — Goza. Goza tudo. Enterrei fundo, gozei. p***a quente, grossa, enchendo ela toda. Jato após jato, enquanto eu gemia, mordendo o ombro dela. Ficamos ali, abraçados, ofegantes. — c*****o — ela murmurou. — Isso sim que é sexo. Ri, beijei a nuca dela. — Isso sim é p*****a proibida. Ela riu também, se virou pra mim. — Quero mais. Mais tarde. De noite. De madrugada. A semana toda. — A Fernanda volta só domingo. — Então temos quatro dias. — Quatro dias de p*****a. Ela sorriu, safada. — Quatro dias de você me comendo até não aguentar mais. — Levantamos, fomos pro banho juntos. No chuveiro, ela se ajoelhou, me chupou até eu gozar de novo. Depois fomos pra cozinha, fazer um lanche. Ela só com uma camiseta minha, seminua, os p****s balançando. Eram oito da noite quando a campainha tocou. Olhamos um pro outro, assustados. — Quem é? — ela sussurrou. — Não sei. Bati o olho no interfone. Merda. — É o Pedro. O sangue sumiu do rosto dela. — Meu Deus, Thiago, ele vai me matar. — Vai nada. Calma. Ela se escondeu atrás da porta do quarto. Respirei fundo, abri a porta. — Pedro. O que houve? Meu irmão entrou, cara de poucos amigos. — A Júlia tava aqui? — Aqui? Não. Por que viria aqui? — Sumiu de casa. Não atende celular. Pensei que viesse falar com a Fernanda. — A Fernanda viajou. Tia dela passou m*l. Ele passou a mão no rosto, cansado. — Merda. Tô fudido. A gente brigou. Ela descobriu um negócio... — Negócio? — Uma moça do trabalho, comi ela uma vez só, uma merda cara, coisa boba, sabe? Ela pegou minhas mensagens com a moça, tá brvaa comigo agora. Mentiroso filho da p**a. Três meses com a secretária, e ele chamava de "uma vez". — E você veio procurar ela aqui? — Não sei mais onde procurar. Desculpa aí, irmão. Já vou indo. Antes de sair, ele olhou pro lado, viu uma sandália dela no chão. — Isso é da Júlia? Meu coração parou. — O quê? Não. É da Fernanda, elas devem ter igualzinho, né? Ele franziu a testa, mas não insistiu. Saiu, porta batendo. Esperei o barulho do carro sumir. Depois abri a porta do quarto. Ela tava lá, branca, tremendo. — Já foi? — Foi. Ela respirou aliviada, depois olhou pra mim... e começou a rir. — Sandália da Fernanda, igualzinho — ela imitou, rindo. Ri também. — Filho da p**a. Quase morri. — Eu também. Ela veio, me abraçou, rindo ainda. A mão dela desceu, apertou meu päu, que já tava duro de novo. — Que nervoso, hein? — Culpa sua. — Então me leva pra cama de novo. Vamos relaxar. Peguei ela no colo, levei de volta pra cama. O Pedro que se fodesse. A Júlia era minha agora. --- Na manhã seguinte, acordei com mensagem da Júlia. 📲 Júlia: Tô em casa. Ele pediu desculpas. Disse que vai mudar. Finjo que acredito, né? Depois do almoço tô aí. Ganhei dinheiro pra comprar sandália nova. 😈 Eu ri e respondi. 📲 Eu: A porta vai estar aberta. E você vai entrar de quatro, engatinhando até a minha cama. Recebo a resposta na hora. 📲 Júlia: Sim, senhor. ADICIONE NA BIBLIOTECA COMENTE VOTE NO BILHETE LUNAR INSTA: @crisfer_autora
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