Capítulo 125
Pedro Henrique narrando
A gente se abaixa quando começa os tiros, eu seguro Jp e Kaiane se abaixa junto.
— É a oportunidade de nos fugir – eu falo – vamos Kaiane.
— Meu filho ele se feriu – ela fala. – Sampaio?
— Vamos – eu falo
— Sampaio? – Ester grita 0- me solta Joca.
— Cala boca sua v*******a – ele fala
— Vamos – eu falo e Kaiane vem junto.
A gente sai sem olhar para trás saímos pela porta e olhamos para todo o lado.
— Sampaio – Kaine fala – eu preciso ver meu filho.
— Seu filho está morto – Ht fala e eu encaro ela
— Como é? – ela pergunta para ele
— Vaza daqui – Ht fala – Joca vai deixar vocês saírem, vocês tem 10 minutos para sair de dentro do morro, caso ao contrário, serão mortos.
— Ester? – Jp pergunta – ela vem comigo.
— Ester agora é prisioneira do Joca, você dvee grana a ele – Ht fala – Ela sai daqui morta quando receber e grana.
— Sampaio – Kaiane fala – deixa eu ver meu filho.
Ele pega ela pelos cabelso e mostra na porta.
— Está vendo ele morto estirado no chão? – Ht fala e depois a joga no chão – se você quer se juntar a ele, Alana e Sabrina vocês continuam aqui.
Kaiane começa a chorar desesperada e vejo que nesse momento ela sentiu a morte do filho, porque ela não queria ele morto, mas para mim não importa, agora eu só queria sair vivo daqui.
— Vamos Kainne – eu falo puxando ela.
— Meu filho.
— Esquece, agora é só um corpo morto, quer sair viva com nós, vamos – eu falo puxando ela.
Mesmo aos prantos a gente sai correndo pelo morro, eu tentava ligar para Jean mas o mesmo não me atendia.
Entramos em um carro nosso que estava fora do morro e vamos em direção onde estava o jatinho, Kaianne só sabia chorar e chorar.
Capítulo 126
Kaianne narrando
Eu entro dentro do avião perplexa com tudo, minha cabeça dava voltas e não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo.
— Eu sinto muito pelo seu filho – Pedro Henrique fala
— Agora você sente? – eu pergunto
— Você sabia que esse poderia ser o destino dele nessa invasão – ele fala me encarando – e você aceitou nos ajudar. Você sabe que nunca vou te abandonar, você sempre foi o amor da minha vida.
— Eu perdi meu filho – eu olho para ele – eu perdi meu filho. Meus filhos, meus filhos, você escutou que eles falaram, os dois estão mortos. Sabrina e Sampaio – eu começo a chorar muito – eu não tenho mais nada.
— Você tem a mim e sempre terá a mim – ele fala me olhando – eu jamais vou te abandonar.
— Perdemos a herança – Jp fala – Joca vai m***r a Ester.
— Eu quero saber de Ester – euf alo – ela foi a culpada pela morte dos meus filhos.
Pedro Henrique me abrçaa e eu começo a chorar muito. Os pilotos começam a vir em direção ao avião e logo a gente estaria bem longe daqu.
— E o dinheiro? – Jp pergunta – como vamos sobreviver?
— Depois pensamos nisso, precisamos sair do Brasil – ele fala – não sabemos se aquele filho da p**a do joca naõ vem atrás de nós.
— Ele realmente era um traidor – Jp fala – você sabia disso desde o começo?
— Eu sempre soube que ele queria o lugar de Sampaio – eu falo – ele nunca me enganou, tudo que Sampaio tocava ele queria. Agora ele tem o morro e meus filhos estão mortos. Mortos – eu repito nervosa.
O movimento para decolar começa e eu me sinto segura nesse momento, porque sabia que tudo ia dar certo, eu olho para Pedro Henrique e tento abrir um sorriso mesmo sentindo uma dor h******l dentro do meu peito.
— E agora? – eu pergunto para ele
— Vamos para India.
— India? – eu pergunto para ele
— Jean já foi – ele fala – vamos recomeçar lá. Jean tem dinheiro suficiente.
— Ele levou a filha?
— Sim – Pedro Henrique responde – ele levou a filha.
— Aperte os cintos, estaremos descolando em cinco minutos – escutamos a voz do capitão.
— Cadê o cinto? – eu pergunto para eles
— Aqui atrás – Pedro Henrique
— Estou tão nervosa – eu falo
— Fica calma – Pedro Henrique fala
— Não consigo.
— Fica. – ele fala – eu amo você – ele me beija.
Jp fica em silêncio e parecia pensativo, a gente coloca os cintos e ficamos esperando o avião partir.
— Troca comigo Jp – eu falo
— De lugar?
— Sim – eu falo – eu fico olhando de lado para Ph e ai eu fico com náusea.
— Troca com ela agora Jp – Pedro Henrique fala
— Ok.
Ele fala trocando e um senta do lado do outro e eu fico de frente para eles, então eu coloco o cinto e Jp coloca o dele. Eu vejo que a arma de Jp ficou no banco do meu lado e o do Pedro Henrique ele tinha colocado no meio do banco e eu empurrei para trás sem eles perceberem.
A vingança é um prato que se come frio, mas eu vou comer em um prato quente.
— Está demorando para decolar – Pedro Henrique fala
— Verdade – Jp fala
— É melhor ir falar com o piloto – Pedro Henrique tenta destravar – porque não destrava?
— O meu também não – Jp fala
— O meu destrava – eu falo abrindo o cinto. – é isso que você quer Jp? – eu falo pegando a arma na mão e mostrando para eles.
— O que é isso Kaianne? – Pedro Henrique fala
— Eu sempre disse que me vingaria – eu falo para ele – ainda mais depois disso.
— Você vai se vingar? – ele pergunta – abaixa essa arma.
— Mas ela não vai fazer isso sozinha – a voz de Ester soa atrás de mim – porque eu vou participar também. = eu abro um sorriso para ela.
— Vocês duas se vingarem de nós? – Pedro Henrique fala – fala sério Ester, você não passa de uma mocinha , cadê joca? Vai dizer que matou ele? Ou vocês três eram aliadas dele? Ester você nunca me enganou sua v*******a – eu e Ester nos encaramos.
— E quem disse que elas estão sozinha? – Joca, HT aparece – elas nunca tiveram sozinhas.
— E vocês caíram que nem pato no nosso plano – Sampaio fala colocando a mão sobre os ombros deles – eu sempre disse , que eu sabia de tudo que acontecia dentro do meu morro.
Eu abro um sorriso vendo Sampaio vivo e ele abre um sorriso para mim confiante, porque a gente sempre foi assim, muito mais que mãe e filho, sempre fomos melhores amigos.