7

1192 Palavras
Capítulo 125 Pedro Henrique narrando A gente se abaixa quando começa os tiros, eu seguro Jp e Kaiane se abaixa junto. — É a oportunidade de nos fugir – eu falo – vamos Kaiane. — Meu filho ele se feriu – ela fala. – Sampaio? — Vamos – eu falo — Sampaio? – Ester grita 0- me solta Joca. — Cala boca sua v*******a – ele fala — Vamos – eu falo e Kaiane vem junto. A gente sai sem olhar para trás saímos pela porta e olhamos para todo o lado. — Sampaio – Kaine fala – eu preciso ver meu filho. — Seu filho está morto – Ht fala e eu encaro ela — Como é? – ela pergunta para ele — Vaza daqui – Ht fala – Joca vai deixar vocês saírem, vocês tem 10 minutos para sair de dentro do morro, caso ao contrário, serão mortos. — Ester? – Jp pergunta – ela vem comigo. — Ester agora é prisioneira do Joca, você dvee grana a ele – Ht fala – Ela sai daqui morta quando receber e grana. — Sampaio – Kaiane fala – deixa eu ver meu filho. Ele pega ela pelos cabelso e mostra na porta. — Está vendo ele morto estirado no chão? – Ht fala e depois a joga no chão – se você quer se juntar a ele, Alana e Sabrina vocês continuam aqui. Kaiane começa a chorar desesperada e vejo que nesse momento ela sentiu a morte do filho, porque ela não queria ele morto, mas para mim não importa, agora eu só queria sair vivo daqui. — Vamos Kainne – eu falo puxando ela. — Meu filho. — Esquece, agora é só um corpo morto, quer sair viva com nós, vamos – eu falo puxando ela. Mesmo aos prantos a gente sai correndo pelo morro, eu tentava ligar para Jean mas o mesmo não me atendia. Entramos em um carro nosso que estava fora do morro e vamos em direção onde estava o jatinho, Kaianne só sabia chorar e chorar. Capítulo 126 Kaianne narrando Eu entro dentro do avião perplexa com tudo, minha cabeça dava voltas e não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo. — Eu sinto muito pelo seu filho – Pedro Henrique fala — Agora você sente? – eu pergunto — Você sabia que esse poderia ser o destino dele nessa invasão – ele fala me encarando – e você aceitou nos ajudar. Você sabe que nunca vou te abandonar, você sempre foi o amor da minha vida. — Eu perdi meu filho – eu olho para ele – eu perdi meu filho. Meus filhos, meus filhos, você escutou que eles falaram, os dois estão mortos. Sabrina e Sampaio – eu começo a chorar muito – eu não tenho mais nada. — Você tem a mim e sempre terá a mim – ele fala me olhando – eu jamais vou te abandonar. — Perdemos a herança – Jp fala – Joca vai m***r a Ester. — Eu quero saber de Ester – euf alo – ela foi a culpada pela morte dos meus filhos. Pedro Henrique me abrçaa e eu começo a chorar muito. Os pilotos começam a vir em direção ao avião e logo a gente estaria bem longe daqu. — E o dinheiro? – Jp pergunta – como vamos sobreviver? — Depois pensamos nisso, precisamos sair do Brasil – ele fala – não sabemos se aquele filho da p**a do joca naõ vem atrás de nós. — Ele realmente era um traidor – Jp fala – você sabia disso desde o começo? — Eu sempre soube que ele queria o lugar de Sampaio – eu falo – ele nunca me enganou, tudo que Sampaio tocava ele queria. Agora ele tem o morro e meus filhos estão mortos. Mortos – eu repito nervosa. O movimento para decolar começa e eu me sinto segura nesse momento, porque sabia que tudo ia dar certo, eu olho para Pedro Henrique e tento abrir um sorriso mesmo sentindo uma dor h******l dentro do meu peito. — E agora? – eu pergunto para ele — Vamos para India. — India? – eu pergunto para ele — Jean já foi – ele fala – vamos recomeçar lá. Jean tem dinheiro suficiente. — Ele levou a filha? — Sim – Pedro Henrique responde – ele levou a filha. — Aperte os cintos, estaremos descolando em cinco minutos – escutamos a voz do capitão. — Cadê o cinto? – eu pergunto para eles — Aqui atrás – Pedro Henrique — Estou tão nervosa – eu falo — Fica calma – Pedro Henrique fala — Não consigo. — Fica. – ele fala – eu amo você – ele me beija. Jp fica em silêncio e parecia pensativo, a gente coloca os cintos e ficamos esperando o avião partir. — Troca comigo Jp – eu falo — De lugar? — Sim – eu falo – eu fico olhando de lado para Ph e ai eu fico com náusea. — Troca com ela agora Jp – Pedro Henrique fala — Ok. Ele fala trocando e um senta do lado do outro e eu fico de frente para eles, então eu coloco o cinto e Jp coloca o dele. Eu vejo que a arma de Jp ficou no banco do meu lado e o do Pedro Henrique ele tinha colocado no meio do banco e eu empurrei para trás sem eles perceberem. A vingança é um prato que se come frio, mas eu vou comer em um prato quente. — Está demorando para decolar – Pedro Henrique fala — Verdade – Jp fala — É melhor ir falar com o piloto – Pedro Henrique tenta destravar – porque não destrava? — O meu também não – Jp fala — O meu destrava – eu falo abrindo o cinto. – é isso que você quer Jp? – eu falo pegando a arma na mão e mostrando para eles. — O que é isso Kaianne? – Pedro Henrique fala — Eu sempre disse que me vingaria – eu falo para ele – ainda mais depois disso. — Você vai se vingar? – ele pergunta – abaixa essa arma. — Mas ela não vai fazer isso sozinha – a voz de Ester soa atrás de mim – porque eu vou participar também. = eu abro um sorriso para ela. — Vocês duas se vingarem de nós? – Pedro Henrique fala – fala sério Ester, você não passa de uma mocinha , cadê joca? Vai dizer que matou ele? Ou vocês três eram aliadas dele? Ester você nunca me enganou sua v*******a – eu e Ester nos encaramos. — E quem disse que elas estão sozinha? – Joca, HT aparece – elas nunca tiveram sozinhas. — E vocês caíram que nem pato no nosso plano – Sampaio fala colocando a mão sobre os ombros deles – eu sempre disse , que eu sabia de tudo que acontecia dentro do meu morro. Eu abro um sorriso vendo Sampaio vivo e ele abre um sorriso para mim confiante, porque a gente sempre foi assim, muito mais que mãe e filho, sempre fomos melhores amigos.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR