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1211 Palavras
Sampaio narrando — Como você está vivo? – Pedro Henrique pergunta e eu coloco meu rosto no meio dos dois. — Você realmente achou que não estaria sobre controle de tudo? — Kaianne – Pedro Henrique fala — Eu sempre disse que essa v*******a não era confiável. — Você me traiu – Pedro Henrique fala para ela. Eu e minha mãe nos encaramos e sorrimos. — Sempre foi um plano entre eu e minha mãe, na maioria das vezes pelo telefone você falava com Joca, Ht – EU FALO — Ursinho – Ht fala rindo — Todos os passos da minha mãe era cronometrado por mim, HT e Joca – eu falo dando a volta por eles e ficando na frente deles – tudo, cada passo, eu sabia de tudo o tempo todo. — Foi um plano muito bem feito – Ester fala – eu e Sampaio começamos ele, porque eu sabia como envolver você e o Jp, até porque ganancia vocês sempre tiveram. — Eu não acredito que você fez isso com a gente Ester. — VocÊs fizeram coisa pior comigo – ela responde – tiraram de mim a minha vida, minha inocência, minha alegria, mataram os meus pais , os seus pais João Pedro. — Você sempre foi uma pedra na nossa família – João Pedro fala – a protegida deles, ficou com a maior parte da fortuna. — Mas agora nem você vai ficar com ela – eu falo – eu vou fazer questão de tirar dinheiro por dinheiro queimar cada nota ou distribuir. — Você é maluca – ele fala me encarando. — Eu sou correta – eu olho para ele e ele começa a rir — VocÊ é uma v*******a – ele fala — Com muito orgulho, muito melhor do que ser dois pilantras, ordinários, que agora vão conhecer o d***o de primeira classe ainda. — A gente não tem muito que conversar – Joca fala – vocês querem conversar com eles? — Não – eu respondo – você quer Ester? — Não – eu falo para eles — Nem mesmo eu – Kaiane fala – preciso lavar minha boca com sabão, de tanto nojo que tenho de você. — Isso tudo era um plano – Pedro Henrique fala — Seu amigo fugiu – eu falo – mas ele é o próximo, Jean é o próximo a ter o mesmo destino que vocês e sim, foi um plano. Minha mãe nunca foi traidora, ela sempre foi minha aliada. Eu olho para minha mãe e assinto com a cabeça, eu sei que poderia confiar nela até a minha morte, como sei quem eu tinha do meu lado, tanto Joca como HT, eram meus homens de confiança, Joca e eu tinha apenas 3 anos de diferença e eles nem se tocaram desse detalhe na hora do discurso da briga, nós três crescemos juntos, somos cria desse morro, comandamos o maior morro do Rio de Janeiro e do Brasil. — Sabe o que é melhor? – eu pergunto para ele – é saber que você vai morrer, Ester vai estar livre de vocês, eu vou estar livre, o meu povo vai estar livre, os morros. Acabou Pedro Henrique. — Nunca vai acabar Sampaio – ele fala me encarando – sempre terá alguém para vingar a nossa morte e vingar a nossa facção, uma hora você vai cair do comando. — Se eu não cai agora, porque vou cair depois? – eu pergunto para ele – vai, você tem que admitir, que eu, Joca, HT e principalmente com a Ester, a gente monta uma equipe idestrutivel – ele me olha com raiva – destruímos você e todos em um piscar de olho, você dançou a nossa musica, você nunca esteve ganhando, a gente sempre comandou tudo e deixou você achar que estava ganhando algo. Mas não, você sempre comeu nas nossas mãos. [ Capítulo 129 Ester narrando Eu olho para eles e sinto o maior nojo do mundo, eu tinha pensado em diversas formas de os m***r, mas a minha gravidez me deixou pensativa e bem refletiva em relação a tudo. — Vocês dois são uns monstros – eu olho para eles – vocês mudaram totalmente a minha vida. — Você sempre foi uma v*******a – meu tio fala – adorava dar para mim. — Eu era uma criança, uma criança inocente que m*l sabia o que estava acontecendo comigo – eu olho para ele – a sua morte é um serviço par aa humanidade, a libertação para a minha prima. Porque aquela v*******a da sua mulher vai morrer também. — Vai me dizer que queria criar aquela criança? – ele pergunta debochado — Ester – Sampaio fala — Deixa – eu falo para ele. — Eu não te devo satisfação do que eu quero ou não hoje – eu olho para ele – vocês merecem queimar no inferno, um tiro seria pouco, torturar – eu olho para Sampaio – acho que estamos cansados de mais para isso. — E vão m***r como? – Jp pergunta irônico — Vocês sabe que vão morrer – eu olho para eles – mas, eu quero que vocês passe por pelo menos 1% da agonia que eu passei a minha vida toda. — Você está certa disso? – Joca pergunta – porque podemos m***r eles da forma que você desejar. — Sim – eu respondo – nos alcançamos o nosso objetivo, vocês estão livres e eu também desses filhos da p**a. — Eu já disse sempre vai ter alguém para vingar a nossa morte – Pedro Henrique fala — Nos temos muito mais aliados do que vocês imaginam – João Pedro fala – não vai ser fácil para você maninha a sua vida. — Não temos medo , eu não tenho medo de nada – eu falo – Obrigada, vocês me fizeram forte , muito mais forte do que vocês imaginam. — Vamos? – Sampaio pergunta — Vamos. — O que vai acontecer com a gente? – Jp pergunta A gente sai um por um de dentro do avião enquanto eles ficam ali dentro, eu tinha pensado em diversas formas, mas sinceramente, eu estava cansada e esgotada para mandar torturar ou participar de algo, dois piloto sde nossa confiança e paraquedistas iriam pilotar o avião, iriam subir o avião lá em cima, colocariam fogo nos dois somente e o fogo demoraria alguns minutos para se espalhar, eles controlariam o avião para sair do piloto automático, pulariam e logo depois o avião iria começar uma queda livre. E nos ficamos de um ponto estratégico cuidando tudo, observando cada detalhe da morte deles, provavelmente não encontraria nem os restos mortais dele, iriam dar ambos como mortos, após uma pane no avião. Eu tinha limpado a minha alma, estvaa com a alma renovada novamente, mas não foi a morte deles que me renovaram, foram os meus filhos. — E agora? – Sampaio me pergunta — Eu preciso de um banho – eu falo para ele e ele me encara . – E comer alguma coisa , estou com fome, vocês não? Eles me encaram e eu vou andando em direção ao carro que a gente estava, entro no banco de trás e fico esperando eles virem, eles se olham meio confusos e andam em direção ao carro.
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