Maylla — narrando Depois que o “senhor deus grego” terminou de ler a carta, ele me abraçou com força e disse que ia me ajudar. E por um momento… eu senti um conforto ali. Um abrigo. Aquele tipo de abraço que parece que segura até as partes da gente que já estavam caindo. D4: — Princesa… não precisa falar mais nada, tá bom? Eu vou te ajudar a descobrir a verdade sobre o seu irmão. May: — Tá… só te peço uma coisa. Não fala nada pra ele ainda, por favor. Deixa eu conversar primeiro com o advogado, entender melhor o que o detetive descobriu. Depois eu vejo como vou fazer isso. D4: — Tudo no seu tempo, baixinha. Depois disso, a gente ficou ali, conversando sobre qualquer coisa. Falamos de música, de comida, de uns rolês aleatórios… e foi bom. Foi leve. Até que o celular dele tocou. Ele at

