— Quem me quer? — Eu pisquei para ele, sem entender. Ele atirou em nossos atacantes novamente. — Corra! Eu levantei. Se eles me queriam, me seguiriam se eu corresse e deixariam Samuel em paz. — Chame reforços. Eu chutei meus saltos, agarrei meu vestido e comecei a correr o mais rápido que pude. Pétalas brancas do arranjo de flores destruídas ficaram presas aos meus dedos. Ninguém atirou em mim. Isso significava que eles me queriam viva, e eu sabia que isso não poderia ser uma coisa boa. Eu virei para a direita, onde uma floresta se estendia na minha frente. Era a minha única chance de despistá-los. Minha respiração saía em suspiros curtos. Eu estava em forma e era uma boa corredora, mas o tecido pesado do meu vestido me atrasou. Galhos puxaram o vestido, rasgando-o, fazendo-me trope

