Maike: No caminho de volta para casa, Samanta não desgrudou de mim. Tive que me manter firme no volante enquanto ela chorava sentada no meu colo. E, p***a, prefiro ela desafiadora, respondona e encrenqueira. — Já, já chegamos em casa. Fungando, ela disse: — Minha casa? Você nem gosta de mim, cara. Queria me expulsar de lá, cara. Acabei rindo, anasalado. — Se eu quisesse, teria mandado você embora. Mas, apesar de tudo, fiquei compadecido da situação em que chegou à minha casa, selvagem. Ela riu e me abraçou ainda mais apertado. — Você queria me mandar embora por causa dela? Franzi a testa, mas entendi perfeitamente o que ela quis dizer. E não, não foi. Só não vou admitir que ela mexeu comigo profundamente desde que a vi.— Aquela dona bonita nos quadros, no quarto, é a Brenda, não é

