CAPÍTULO OITENTA E TRÊS. Selene Moreau Cheguei ao café e estacionei. Peguei na minha bolsa e saí. Vamos ver a senhorita Sienna, e o que ela está fazendo aqui. Entro no ambiente meio retrô, vibe chic e jazz, que tem uma quantidade razoável de pessoas e deixo os meus olhos apreciarem o lugar. Deixo as mesas e vou me sentar no banco diante do bar. — Olá! — falo, para o barman, que sorri chacoalhando alguma coisa. — Olá, senhorita! — diz. — O que posso a oferecer? — pergunta. — Um café — respondo, olhando para os lados. — Com quais dos licores? — pergunta, e eu observo a coleção de garrafas atrás. — Café normal — o respondo e ele assente. — Onde está a Sienna? — pergunto. — A gerente está lá encima! — oh, ela está gerenciando esse lugar. Para onde foi o antigo? — Quer que eu a

