CAPÍTULO OITENTA E DOIS. Leila Dulliner — O QUE VOCÊ FEZ?! — as minhas mãos espalmam o peito do i*****l do Zade, que as pega com força. — Você pediu um favor, e eu o usei ao meu favor também — fala, me soltando, e se sentando novamente. Eu olho para o céu, clamando por paciência. Eu não devia tê-lo pedido ajuda. — Eu disse para forjarem os exames da Selene, para que o Laurent visse o que ela estava escondendo! E não para atraí-lo para uma armadilha — falo, nervosa. Eu sei que ele está bem, pois eu vi o carro dele essa manhã. Mas se tivesse acontecido alguma coisa... — Você é sonsa ou só se faz, Leila? — ele questiona, e eu o encaro ultrajada. — Você não pode vir até mim, e esperar que eu aja como um subordinado seu, para ajudar você — diz, e eu reviro os olhos. — Você quer aquel

