CAPÍTULO ONZE. Laurent Duvall Maldição. Com a Selene sem consciência no meu colo, eu não sei direito o que pensar, nem por onde começar. Somente me sinto culpado, e furioso. Eu não posso simplesmente ter caído numa armação tão i****a dessas... Posso? Pego no celular e tento ligar para o Apollo, que não atende, portanto, resgato o número da Kaiane dos meus contactos. — Selene... — eu a corto de imediato. — A Selene perdeu a consciência, venham imediatamente abrir essa maldita porta — falo, sentindo os batimentos cardíacos dela, enfraquecidos. — Quê?! — ela exclama, e eu suspiro. — Agora — digo e desligo. Maldição... O meu olhar pousa no seu rosto, e eu não tenho certeza se eu estou torcendo para que essa armadilha não passe da verdade, só para eu não me sentir tão i****a, ou s

