Merda! Não conseguia sequer terminar de processar toda aquela informação. Sentia o mundo a fugir-me debaixo dos pés, deixando no seu lugar uma enorme confusão entre o meu passado e o meu presente. Engoli seco, como era possível depois de tantos anos? Realmente não percebia, e por estranho que pareça, parte de mim sentia alívio por o ter encontrado e a outra parte estava furiosa. - Oh destino... A pregar-me partidas? - Por favor!! Porquê o Alexandre foi embora sem nem se despedir de mim? Escarneci irritada. A única maneira que eu tinha de perceber o que o meu irmão dizia sobre ele ser àquele homem é falando com ele. Corri pro meu quarto, peguei no meu telemóvel e liguei, ao terceiro toque ele atende. - Estranha? - mesmo a sua voz parecer abatida, suspirei por ele ainda tratar-me pelo mesm

