CONTINUAÇÃO… Andei por cerca de dez minutos até chegar na parte do hospital em que eram atendidas as pessoas com ferimentos ligeiros. Assim que o vi comecei a tremer. Soltei o ar dos pulmões de alívio ao ve-lo em pé. - Amor... - chamei-o hesitante. Ele que estava de costas pra mim, se voltou e os nossos olhos se encontraram. - Estranha... - andamos os dois em direção um do outro, me joguei nele enlaçando o seu pescoço, não demorou muito até sentir o seu braço livre me apertar na cintura. O choro subiu na minha garganta sem que eu notasse, ele me balançou. - Calma amor, eu estou bem! - Eu pe-pensei que-que... - aquele medo ainda estava aí, mesmo estando com ele me abraçando eu me sentia apavorada. - Shiiiiii... Amor, eu tô bem! - fala calmo. - Olhe pra mim. - nos soltamos do abraço e e

