— Chegamos! — berrou Sophie para ter certeza de que sua voz cruzasse a barreira do sono e dos efeitos da injeção analgésica que o médico ministrara a Mack. Apesar de todos os movimentos e da contínua provocação que lhe fizera, ele se mantinha sonolento e cornos olhos baços. Sophie tiniu o braço de seu ombro com alívio e afastou-o em direção à cama: Estamos em casa! Ele olhou estupidamente a cama, à sua frente, e conteve-se para não dizer que aquelas acomodações jamais poderiam ser "sua casa". — Consegue se deitar? — insistiu ela. — Do jeito que minhas pernas estão acho que jamais voltarei a andar. Ora, deixe de choramingar. O pior ainda está por vir... Ele voltou-lhe os olhos mortiços: — Muito obrigado pelo apoio. Você tem o jeitinho gracioso de um médico de verdade, Dra. Frankenstei

