Ruslan Vladislav sorri para mim enquanto crava a faca no meu rosto. Tento resistir, mas a dor é imensurável. Nunca antes me senti tão fraco. Isso machuca mais do que qualquer coisa — saber que eu sou apenas um homem. Eu deveria ser o grande Ruslan Petrov, temido em Nova York. Em vez disso, sou só um miserável, com o rosto sendo esculpido como uma maldita abóbora. Acordo suando frio. Meu corpo inteiro pulsa de dor, coberto de hematomas e cortes graças ao que Maxim me fez. Dormir de costas foi quase impossível ontem à noite, depois que ele resolveu abrir minha pele como se fosse um passatempo. Cortou meu peito, meus braços, as laterais do meu corpo… meticulosamente, como se estivesse desenhando um mapa de humilhação. E nos sonhos, era sempre ele. Vladislav. Não pensava nele há muito te

