Aurora Colin e Saulo nos observam de olhos arregalados enquanto Ruslan e eu saímos da sala de tortura. — Você vai mesmo deixar ele ir? — pergunta Saulo, incrédulo. Maxim assente, com o rosto endurecido, em uma expressão que não chega a ser satisfeita, mas também não revela arrependimento. — Vou. Ele nos prometeu paz. — Ele se volta para Ruslan. — Mas se você ousar vir atrás da gente de novo, juro por Deus que te mato. — Ou eu te mato. — A ameaça de Ruslan é quase patética, considerando que ele m*l consegue se arrastar até a porta. — Você falou sério? — pergunto assim que cruzamos a saída. — O acordo que você fez com o Maxim? — Falei sério. — Sua resposta é seca. Ele não fala mais nada, e eu não insisto. — Não tenho carro comigo. Vamos ter que pegar o metrô para voltar pra sua casa.

