Ele é ex policial

708 Palavras
“Carlos” Estava distraído brincando com as crianças, dá para acostumar com essa tranquilidade, mas sei que isso é temporário, não estou aqui para relaxar, logo o FBI começará a cobrar resultados e eu não sei se terei, Nineta é arisca, se protege por todos os lados, o único lugar que ela vem sem o segurança dela é aqui na igreja, o cara é enorme só um soco dele deve ser o suficiente para desacordar um homem, já investiguei e ele é totalmente fiel a ela, estou brincando com uma sala de 25 crianças entre 10 e 13 anos, me agachei no chão como se estivesse me transformando em um monstro e todos eles vieram por cima de mim, eu fui forçando para cima até que rompi a barreira de crianças e sai dando um urro, todas saíram correndo e gritando e aí vi a mulher mais linda e mais gostosa me olhando brincar, nossa Nineta está vestida para parar o quarteirão, resolvi mostrar uma i********e para ver como ela reage, quando falei o nome dela sem a senhora, vi o segurança inflar o peito e parar do lado dela encarado em mim, se fosse em uma situação normal eu iria até ela pegaria na cintura e mostraria para aquele segurança que fique no lugar dele, mas tenho que mostrar que estou diferente que não lutarei com o segurança dela, então abaixei a cabeça e me controlei, e recuei, esperando que assim ela se sinta segura perto de mim, e deu certo, mas agora ela está curiosa posso sentir a cabeça dela fervilhando, se ficar sozinha comigo vai me perguntar e eu ainda não estou pronto, preferi mandar o padre Ícaro acompanha lá e mostrar as dependências do orfanato. Aí vi a força dela e fiquei e******o, me falou ser mais macho alfa que eu e seu segurança, acho que esse assunto ainda não acabou, mas por agora vou me manter longe dela. “Nineta” Visitei o orfanato inteiro, avisei meu segurança que demorarei mais um pouco, fui no escritório do padre Ícaro, assinei um cheque bem gordo para auxiliar nas necessidades do orfanato e fui procurar, Carlos quero entender o porquê dele se afastar de mim. O padre Ícaro me disse que nesse horário ele está no confessionário, eu cheguei e entrei na cabine. _ Carlos é você que está aqui? Ficou um silêncio, achei até que estava sozinha, levantei para sair, aí ele resolveu falar. _ O que a senhora quer? _ Quero te fazer uma pergunta? _ Você que está do lado de quem confessa os pecados e não eu. _ É só uma pergunta, não espero uma confissão. _ Pergunta então? _ Porque você matou aqueles homens. Ficou um silêncio, eu entendi que toquei em um assunto do qual ele não queria falar. _ Deixa para lá, eu só estou tentando te entender, você me intriga e me assusta na mesma proporção e não gosto disso. “Carlos” Resolvi ser sincero porque se ela investigar acabará descobrindo, mesmo porque todos sabem. _ Matei por vingança, eu trabalhava para a polícia como investigador, estava investigando um grupo de marginais, mas minha inexperiência me delatou e eles foram até minha casa, estupraram e mataram minha esposa, me mandaram o vídeo dela implorando pela vida e gritando meu nome, eu persegui e matei todos eles, como você deve imaginar fui expulso da polícia e cumpri minha pena, esta é minha história. _ E quando você viu meu segurança você ficou nervoso, eu senti, mas também percebi quando se acalmou, mas me afastou. _ Porque percebi que você havia descoberto minha história e com certeza estava com medo de mim. _ Você se enganou, eu não tenho medo de você, só trouxe o Júlio porque ele se interessou pela sua fixa, e queria te conhecer. _ Interessou pela minha fixa? Que tipo de pessoas são vocês? _ Ainda não sei se você está pronto para saber, agora vou embora que tenho uma reunião muito importante para ir, nos vemos. _ Você volta amanhã? _ Verei se consigo, mas não vou te dar certeza, minha vida é muito difícil. _ Você vai me contar o que você faz? _ Ainda não, quem sabe mais para frente.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR