Kaká Narrando Rapaz, o PH já tava com o sangue no zóio, partiu pra cima do Bruno sem dó nem piedade. Começou a soltar soco grandão, cada um mais pesado que o outro. O barulho dos murros fazia até eco na sala. — Porrä, Bruno! Tu tinha que ter ficado no teu apê lá na zona sul, caralhø! Que merda tu veio fazer no morro?! — Bia tava doida, gritava que nem uma maluca. Dava pra ver que não era nem só raiva, era desespero. Sabia que o PH não ia aliviar. Se deixasse, matava o cara ali mesmo. O Bruno já tava todo esbagaçado no chão, cuspindo sangue. PH, depois de moer o otáriö na porrada, se levantou. Passou a mão na cara suada, respirando fundo pra não terminar de apagar o desgraçado. Foi aí que a Bia olhou para ele, eu sabia que ela não ia segurar a língua. — E aí, mané? Cadê teus princípio

