— Será que podemos conversar? — Claro, Louis. Louis com o passar das semanas começou a se mostrar introspectivo - perto de mim. Pois, com Tom já testemunhei - em minhas idas ao banheiro ou à cozinha - longas noites de conversa e gargalhadas. Não tiro sua razão, afinal, entendo que ele não queira criar certa i********e ou confiança em r*****o a mim. Ainda não entendo seus motivos, mas respeito seu espaço e não o invado. — Tom anda tendo problemas com o último trabalho que fez. Parece que deixou sequelas. - Diz sem delongas, puxando a cadeira para se sentar ao meu lado. — Que tipo de problemas? - Franzo o cenho. Preocupo-me, já que não havia notado nada. Noto que Cortland se junta à conversa. — Ele vem tentado ser o mais saudável e cauteloso possível, vem trabalhando a mente para que ce

