Abro os olhos, mais confusa que a Branca de Neve especial Texas quando acorda de seu coma. Fito o relógio novamente: 03h35. Busco Tom e vejo-o inerte frente ao notebook. — Tom... O que houve? - Me sento no sofá, sentindo-me despertar aos poucos. — Vem descansar... Você não dormiu, não é? — Não... Eu... - Ele fitava a tela do notebook. — Tom! O que tanto pesquisa, hein? Não tem o que pesquisar! Não temos nem ingrediente para fazer algum feitiço! É esperar amanhecer e ver se sairemos vivos daqui, não é?! - Respiro fundo, notando que levantei a voz. Tom continua a fitar somente o notebook. — Quero você perto de mim, sei que está aflito e não quer demonstrar, mas tente se acalmar. — Esse é o ponto. Eu não posso. — n******e se acalmar? — Não posso ficar perto de você. - Ele vira seu rosto

