Depois de conversas descontraídas sobre o passado e de ver as fotografias de família onde o Dream era pequeno e muito sorridente, fomos para o quarto onde eu fui acomodada antes. O ruivo ligou a tevê, e o som de gemidos invadiram o quarto.
Olhei para a tela plana vendo um magnífico pornô. Era bom. Até o cara virar a mulher e começar um anal. Peguei o controle sobre a cama, ao lado do Dream, e desliguei.
_ Ei!
_ O que foi?
_ Eu tava assistindo _ ligou a tevê novamente.
_ Você gosta de anal?
_ Quem não gosta?
_ Eu.
Seu olhar veio para o meu rosto e ele deu um sorriso _ Vamos testar?
_ Não!
_ Se você tem tanta certeza de que não gosta, tá com medo de que?
_ Desse sorriso no seu rosto enquanto fala de sexo anal.
Ele riu _ Posso te tocar, lembra? Como eu quiser.
_ Eu tenho vergonha.
_ E é exatamente por isso, que eu sei que, vai ser bom.
Começou a tirar a minha roupa.
_ Vai doer?
Minha pergunta o fez sorrir e conteve uma risada _ Não _ sorria de mim. Terminou de me despir.
O que eu tinha de tão engraçado?
Só tirou os seus sapatos e as meias, para subir na cama. Enfiou a mão no bolso e pegou o frasco de lubrificante. Olhei para ele, preocupada e ele sorriu. Desenhou uma auréola de anjinho sobre a própria cabeça.
Anjinho, eu sei.
Sentou encostado na cabeceira e me chamou.
_ Deita e apoia as pernas no alto da cabeceira. Eu vou te tocar, só isso. _ garantiu com solenidade. Obedeci.
Os gemidos que saiam da teve ficaram mais altos, e eu olhei para ver o cara todo enterrado na b***a da mulher em um vai e vem alucinante.
_ O que você acha que está vendo? _ referiu-se a tevê.
_ Isso parece desnecessário. Por que ele tem f***r a pobre mulher com tanta força? Homens acham isso excitante?
Olhei para ele que me encarou por um tempo _ É totalmente necessário, doçura. Ele está sentindo prazer nisso. Não tem nada a ver com ela, só com ele. O nome disso é necessidade masculina. E todo homem sabe bem como o ator se sente.
Olhei mais uma vez para a tela _ Parece egoísta.
_ Mas não é. Ela está em êxtase, totalmente entregue. Os gemidos não são de dor e ela não está fingindo para sair bem no filme. Olha bem no rosto dela. Está gozando.
Era verdade! Eu nunca mais veria pornô do mesmo jeito.
Senti o líquido oleoso e quente escorregar a partir da minha p***s, a mão do Dream massageou a minha v***a e o externo da minha v****a, espalhando e foi até o orifício anal, onde desenhou circulos.
Fiquei corada instantâneamente, ele sorriu.
_ Sua bundinha é linda.
Percebi que a minha b***a fazia parte dos seus planos e isso me pôs em alerta. Mas não foi um alerta de perigo. Foi como antecipação excitada. Meu corpo sentiu desejo de que acontecesse. Foi mais forte do que o NÃO que eu disse na minha cabeça.
Os seus dedos massageando alí ficou gostoso. Meus m*****s enrigeceram sozinhos, ficaram duros com espinhos. Minha v****a piscava, que vergonha!!!
Fiquei vermelha feito um tomate e o Thomas sorriu _ Você ainda mantém a sua palavra?
_ Sim. Só porque o seu toque aí é bom, não quer dizer que eu vou querer aquilo _ apontei para a tevê.
_ Você vai me implorar por aquilo em cinco minutos. E eu vou te dar, se você for convincente.
Dobrou os dedos, e continuou o que fazia antes, só que com os nós dos dedos, a pressão aumentou. Sua mão esquerda veio para o meu sexo onde ele segurou o meu c******s com o polegar e o indicador, só segurou. Senti um carência imensa de ser penetrada.
_ Já chega. Você tem razão _ tentei fazê-lo parar.
_ Mas não passou nem um minuto e eu só comecei.
Chupou o meu mamilo, girando o nó do dedo médio na a******a, sem forçar, minha v****a contraiu e alí atrás também.
_ Eu quero fazer anal com você, Dream. Por favor?
Sem parar, tirou a boca do meu mamilo _ Mas e se eu precisar ser violênto para conseguir o máximo do meu prazer? Eu poderia fazer igual aquele ator, ou talvez pior.
Movi meu ventre procurando pelo seu dedo, ele me seguia no movimento, para não me penetrar.
_ Eu quero mesmo assim.
Ele afastou as mãos de mim e sentou sobre as pernas, pensando _ Mas isso doeria.
_ Doeria muito? _ hesitei.
_ Levando em consideração o meu diâmetro e tamanho, diria que sim, muito.
_ Mas você disse que faria _ cobrei.
_ Brinquei com você. Desculpa, não resisti. Você está sempre tão certa sobre tudo, não é mesmo?
Uma sombra de fúria e fome s****l passou pelos meus olhos. Ele notou. Girou o polegar ao redor do meu c******s. E voltou a girar o nó do seu dedo médio na a******a anal.
_ Você tem certeza que quer ser penetrada? _ pediu a confirmação.
_ Sim.
Esticou o dedo médio e forçou devagar, só um pouco. Ofegante assustei com a dor, mas ele moveu para fora, e para dentro. Relaxei, com o prazer. Entendi o motivo dele de se conter e não me penetrar, diante da dor que senti com o seu dedo.
Continuou, enquanto circundava o meu c******s. Gozei com o seu carinho. Ele parou.
Ainda estava ofegante, quando ele me fez sentar e me abraçou forte.
_ Pensei que tivesse te perdido para sempre. Esses últimos três dias foram os mais longos da minha vida _ suspirou e eu notei que ele chorava, não podia ver o seu rosto. Ele mantinha um abraço ferrenho sobre mim.
_ Desculpa _ pedi.
_ Nunca mais saia sozinha, de novo. Poderia ter sido pior. Você consegue ter uma ideia do quanto poderia ser pior?
_ Mas está tudo bem, Thomas.
_ Você não entende. Eu morreria de amor e culpa.
Beijei o seu ombro e o abracei com força também, ficamos assim por um tempo.
Depois ele desligou a tevê e me levou pela mão até o banheiro. Tomamos banho juntos. Deitamos para dormir quando já era bem tarde.
_ Bom dia.
Seus olhos verdes estavam sérios olhando a minha sonolência.
_ Bom dia, você dormiu?
_ Um pouco. O fuso horário _ expirou alto parecendo cansado. _ Vamos entrar de férias na semana que vem _ informou.
_ Já?
_ Sim, adiantei a agenda, na sua ausência. Foi bem simples. Cancelei tudo.
_ Por que tanto extremismo?
_ Você não sabe?
Neguei.
_ A nossa lua de mel antecipada, Alana Passion _ seu olhar me analisou, sorri corando.
Nem acredito que finalmente vou perder a virgindade!!! Ai, meu Deus! E com o homem mais lindo deste mundo!!!
Ele sorriu malícia como se me lendo naquele olhar verde penetrante.
Mudou de postura _ Está com fome?
_ Você está?
_ Vamos tomar café e pegar um vôo para a França e de lá para o Brasil.
Levantou se vestindo apressado. Assim como disse, fez.
Não saímos de casa, quando chegamos no Brasil. Escolhemos um lugar com sol ameno e tropical, nesta época do ano.
Ficamos hospedados numa suíte presidencial num hotel de luxo.
Tomei banho, enquanto o Dream foi resolver algo que eu não entendi. Quando saí do banho, ele entrou.
Não conversei muito. Sei lá porquê estava nervosa. Seria a nossa primeira vez juntos, e eu esperei tanto por isso. O Dream tinha uma toalha em volta da cintura e secava os cabelos com outra. Eu observava, sentada na cama de roupão e toalha nos cabelos.
Sexy, não?
Aquele deus grego passou por mim, desfilando aquele corpo maravilhoso, quase nú e foi para a sala. Voltou com duas taças de champanhe recém aberto. Entregou uma para mim e levantou um brinde.
_ A mulher mais linda e espirituosa deste mundo. E que eu seja digno de ser o seu único amante por toda sua vida.
Sorri tímida quando o ruivo tocou na minha taça. Nem consegui dizer que ele era muito mais lindo... que a honra era toda minha.
Bebi todo o conteúdo e devolvi a taça, ele pôs as taças em um canto.
Desenrolou a toalha nos meus cabelos, deixou cair no chão. Segurou minhas mãos, me fez levantar e desatou o nó do roupão que fez deslizar dos meus ombros para os braços e chão.
_ Você está tão nervosa quanto eu? _ sorriu tímido me olhando bem nos olhos.
Suspirei _ Estou _ confessei e mordi o lábio inferior.
_ Eu deveria fazer um oral em você, mas estou ansioso.
_ Eu também.
Ele deixou a toalha cair, e vi que estava ereto. Sentou na ponta da cama, me puxou pela cintura para entre as suas pernas. Lambeu meu lábio superior, eu entreabri a boca para o seu beijo que começou de vagar, suave contido, mas me fez suspirar de desejo. Durante o beijo puxou o meu corpo para o seu, me fazendo sentar sobre o seu colo.
_ Se apoie nos joelhos, você controla o movimento, entendeu? Se quiser parar, paramos.
Enlacei o seu pescoço e voltei para os seus lábios. Suas mãos subiram para os meus s***s apalpando e beliscando e friccionando os meus m*****s. Girou os polegares ao redor do bico e saiu com a boca, dos meus lábios, para um dos meus m*****s.
Lambeu um dos s***s de baixo para cima, abocanhou o mamilo e começou a chupar com a língua. Minha necessidade começou a tomar conta do meu juízo e procurei pela sua ereção com o ventre. Sua mão desceu por entre as minhas pernas, e prontamente rendeu o seu m****o sobre a a******a da minha v****a, me conduzindo sem parar sugar o meu mamilo em sua boca.
Empurrei de vagar e senti um certo incomodo, mas não recuei. Apenas fui empurrando de vagar, enquanto me acostumava e a dor passava nos centímetros preenchidos, para seguir adiante. O Dream estava ofegante e apertava as mãos na polpa da minha b***a como sê se segurasse para não se enterrar em mim de uma vez. Seu olhar sobre mim, franziu o cenho enquanto me chupava o mesmo mamilo.
Em um momento, beijou o meu seio que chupava, secando, e olhou para a junção entre nossos corpos. Moveu-se para fora e para dentro, gemi de prazer e ele mordeu o meu queixo, puxando o meu ventre, para o seu, nesse vai e vem, até preencher o espaço restante.
_ Somos um só _ disse quando estava totalmente dentro de mim.
_ Finalmente _ minha voz era pura excitação.
Se levantou comigo em seu colo e se deitou sobre mim, quando me deitou na cama. Beijou o meu pescoço e começou a se mover plenamente dentro de mim. Eu sentia todo o seu comprimento indo para fora quase, e voltando até o limite dentro de mim.
O meu corpo correspondia à cada investida. O meu primeiro orgasmo fez o meu corpo tremer em seus braços. Ele continuou, beijando o meu pescoço de um jeito que marca.
De repente, foi para os meus lábios, beijou, se afastou um pouco do meu corpo, abriu mais as minhas pernas. Se acaixou melhor e senti o seu corpo se chocar contra o meu, percebi que antes, não senti todo o seu comprimento.
Eu gemia cada investida sua. Era forte e plena.
_ Thomas _ chamei sentindo que estava sozinha. Aonde foi o seu carinho?
_ Alana _ sua voz estava rouca, ofegante, excitada...
Sua excitação atiçou a minha. Mas sentia que era de mais para mim. O seu corpo exigia muito do meu. Ele era tão grande... Senti que eu era pequena... Mas eu não tinha como fugir da sua paixão...
Gemidos soavam no ar... Eu estava em êxtase, gozando, entregue em um ciclo infinito de orgasmos.
Agora eu não queria que ele parasse.
_ Eu te amo _ minha voz saiu suave em meio aos gemidos. O olhar dele varreu o meu rosto enquanto ele fazia o que fazia tão bem.
Acordei dolorida na virilha e coxas. Achei que fosse só isso, mas quando levantei da cama senti uma dor na barriga abaixo do umbigo, como uma cólica menstrual. Não era tão r**m quanto uma cólica menstrual.
_ Bom dia! _ o ruivo sorriu lindamente, parecia feliz _ Você viu?
_ O quê?
Ele apontou para a mancha de sangue no lençol.
_ Você é o tipo de virgem que sangra. Achei que isso fosse mito.
_ Que maravilha! Vamos levar para casa e pendurar na janela do nosso quarto _ brinquei.
Ele empunhou o celular e tirou uma foto _ Isso já basta.
_ Eca!
_ Recordação para os nossos netos _ brincou. _ Sabe que você ficou um milhão de dólares mais rica essa manhã, não é?
Tirou o biquíni e um shortinho da minha mala e me entregou.
_ Mas.
_ Foi quebra de contrato. Simples assim.
_ Por que você faz isso? Transforma tudo em negócio _ me irritei.
_ Porque se tudo der errado, e eu não puder mais cuidar de você, espero que o meu dinheiro faça isso por mim _ falou sério e me olhou grave.
Fiquei preocupada de repente. Achei que de agora em diante, eu não devia mais questionar os seus motivos.
Tomei banho e me vesti. Depois descemos de elevador. Ele não me agarrou no elevador, mas pelo jeito como me olhava, nem precisou. Tomamos café da manhã no restaurante. Estávamos sem seguranças.
Brincamos na água e caminhamos pela areia, onde as espumas das ondas desmanchavam. Parecia que éramos só mais um casal. Isso era bom. O anonimato.
Almoçamos num restaurante badalado e famoso, visitamos uma ilha, voltamos para o hotel a noite.
Depois do banho, saímos num conversível alugado, para jantar em um restaurante chique, numa mesa privê. Era um tipo de quarto, só que com mesa. Bebiamos do champanhe que recebemos junto com o menu.
_ Como você está se sentindo?
_ Muito bem.
_ Fazer amor foi como você esperava?
_ Foi estranho, a dor. Mas no final foi _ lembrei dele e da sua fome, suspirei _ ótimo. _ encarei os olhos verdes, muito atentos sobre mim.
Sorriu sexy, fazendo o meu ventre aquecer. O ambiente onde estávamos era um pouco escuro, com luzes indiretas.
_ O que você acha do menu?
_ Acho que eu vou de filé mignon com um nome metido e acompanhamentos.
_ O vinho?
_ Não entendo nada de vinho. Apesar de saber o que está escrito, nem das comidas. Pode pedir para mim?
Seu olhar brilhou diferente e o sorriso foi diferente _ Claro, amor.
Quando o maitre chegou ele fez o pedido para nós dois. Logo chegou a comida e jantamos entre conversas sobre a sua família em nossa breve estadia lá na Rússia.
_ Tenho uma surpresa para você.
Imaginei o que seria. Um vibrador calcinha, uma nova jóia, um carro... Suspirei, lembrando do milhão de dólares e do argumento que ele usou para justificar.
Uma cortina lateral se abriu na salinha e nós vimos dois amantes em um quarto de vidro. Fiquei em suspense, atenta sobre o que eles faziam, a forma como se amavam. Parecia um jogo de s************o, mas não parecia nada extremo. Era sexy e envolvente.
Fiquei tão absorta na visão dos amantes que esqueci do olhar verde me observando atentamente naqueles minutos. Quando lembrei, já havia se passado muito tempo e o casal saía do quarto.
_ Parece que você gostou.
Eu não soube o que responder, não formulei um pensamento. Aquilo tinha sido, estranho, mas encantador. Obscuro, mas belo. Um sonho, mas foi real.
Pegou a minha mão sobre a mesa e me puxou para si. Eu usava um vestido que ele mesmo escolheu.
Retirou minha calcinha e me sentou sobre a mesa a sua frente. Apoiou os meus pés às laterais do seu corpo, no banco, e levantou a saia do vestido. Lambeu o meu sexo molhado por causa do que acabei de ver, e gemeu de t***o por notar que eu estava excitada.
Chupou minha v****a, da forma gostosa como sempre fazia, mas a sua língua entrou em mim algumas vezes. Logo depois do meu orgasmo, o Thomas se levantou, abriu suas calças, revelando o seu m****o. Penetrou a minha v****a, totalmente exposta para ele. Se enterrava todo em mim, pleno e forte.
Baixou o meu vestido, descobrindo os meus s***s e os apalpou. Sua língua brincou com os dois m*****s antes de escolher um para concentrar a sua fome por gemidos. Tudo isso sem parar ou diminuir suas investidas.
Outro casal se amava na cabine de vidro, começando o seu jogo de amantes. As mãos do ruivo apertavam o meu corpo trêmulo de prazer. O meu ruído rosa ecoando o meu êxtase. O seu ímpeto reivindicando o seu ápice. Ele gozou para mim gemendo o meu nome.
Como o Dream dirigia, guardou as suas mãos para si mesmo. Estava cansada quando chegamos no hotel. O elevador estava vazio, desta vez. Ele me cercou num canto e me beijou com lambidas e mordidas que me provocaram. O cansaço se foi.
_ Não vejo a hora de brincar com você _ sorriu de lado com um olhar quente que subiu dos meus lábios para o meu olhar, não pareceu que falava de sexo.
_ Brincar?
Analisou o meu estado de espírito, estava misterioso.
_ Como aquele casal que nós vimos. Você gostou?
_ Vamos olhar?
_ Às vezes. O que mais você viu?
_ Harmonia, erotismo, luxúria.
_ Foi isso o que eu vi também. Você quer isso que viu?
Sorriu e deu um passo para a porta aberta, de frente para mim, olhando para mim. O elevador havia chegado. Acompanhei-o para fora.
_ Vou adorar brincar com você _ segurei a mão que ele me estendeu.
Ele gostou da resposta.