Roxane

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Roxanne nem sempre foi c***l e sem coração, criado com amor pela sua mãe tinha Esperança de despertar em seu pai alguns sentimentos. A mãe de Roxanne o ensinou a ser bom com os humanos ia respeitar sua mortalidade, porém quando ele teve sua primeira decepção não foi capaz de superar e de se reerguer. Quando sua esposa mãe de Isabella morreu drasticamente ele se sentiu culpado. Isabella tinha apenas cinco anos quando a mãe morreu, sentia falta dela e Roxanne não sabia como Acalmar os seus sentimentos. Sua esposa era jovem e forte, a escolheu entre tantas outras moças que conheceu para se tornar sua rainha, ainda não sabia da existência de seu irmão e de seu Clã, e isso foi muito antes da guerra contra Drácula acontecer. Quando Roxanne escolheu sua jovem esposa estava apaixonado, ela correspondeu aos seus sentimentos e não ficou assustada com o fato de ele ser o que era, naquela época era comum haverem vampiros por todas as partes o povo já estava acostumado inclusive com a crueldade deles. Mas ela não tinha medo de Roxanne pois sabia que ele era uma boa pessoa há muito tempo já observava e já nutria por ele certos sentimentos. A cerimônia de casamento dos dois aconteceu e foi Belíssima, a verdade era que ele não conseguia imaginar Felicidade maior do que aquela, um sentimento tão humano e tão inocente capaz de despertar tanta ferocidade e amor em um vampiro era realmente admirável. Quando sua esposa lhe deu a notícia de sua gravidez ele m*l se conte a, nessa época ela ainda era humana e eles não sabiam que era possível que ele a transformar-se em imortal. Ele não possuía A série de sangue c***l que Drácula seu pai e os outros possuíam, afinal ele sequer sabia de sua descendência verdadeira. Sua esposa abrigando dentro de si uma criança meio imortal meio humana teve seu corpo desfeito de dentro para fora, Roxanne teve que assistir sua esposa sofrendo, sua mãe que teve a ideia de a transformar enquanto ainda estava grávida de Isabela, era arriscado mas era a única opção que tinha. Até que deu certo por algum tempo este plano, a gravidez se concluiu Isabella nasceu e por 5 anos sua mãe viveu razoavelmente bem, não se tornou imortal, mas também já não era humana. Achando que aquilo iria ser o suficiente para que sua esposa seguisse Roxanne estava feliz agora tinha uma herdeira, uma filha, uma família para chamar de sua. Mas parece que o destino não queria que ele fosse a final feliz, sua esposa começou a passar m*l durante uma noite estrelada de lua cheia, Isabela havia saído para passear com sua avó a guerra ainda não tinha acontecido os vampiros ainda andavam solto pelas ruas de Valência e Drácula em seu castelo comandava tudo. Naquela noite ele sozinho com sua esposa teve que ver a vida deixar seu corpo, não sabia que podia chorar e sofrer de tal maneira, por quase 100 anos Roxanne ficou preso em seu sofrimento assim como Marcus um dia ficou preso ao sofrimento de não mais ter Maria Quem me tirou de seu estado de inércia foi Isabella sua filha que já mulher, já adulta, o trouxe de volta à realidade. Roxanne já não era mais o mesmo homem toda a doçura e bondade que havia dentro deles, havia se transformado em revolta, em raiva, em puro ódio e dor. O fato de ter perdido o único amor de sua vida o transformou em um homem diferente mas mesmo assim ainda nutria sentimentos de igualdade pelos humanos e jamais seria capaz de cometer qualquer crueldade contra eles. Quando enfim se iniciou a guerra e a mãe de Roxanne enfim o contou de quem ele era filho, ele ficou feliz era um príncipe afinal sua filha seria herdeira de um grande Império talvez isso amainasse sua dor. Foi em busca de seu pai, porém os soldados já estavam atirando seus canhões de luz por todas as partes e matando todo e qualquer vampiro que se pusesse em seu caminho, foi ferido por um jato de luz e quase morreu, viu quando seu pai fugiu para as montanhas seguido por um pequeno séquito dele. Sem forças para segui-lo e sem dom algum para usar ele se arrastou pelas ruas de Valença, foi encontrado por um jovem grupo de vampiros que o arrastou para um beco o deixando lá para morrer sozinho, alguns dias depois quem o encontrou foi malina a mãe de seu irmão. Mas ele já não era Roxanne o bondoso era agora Roxanne o vingativo, quando soube que malina esperava um filho de Drácula também se animou porém quando Marcos nasceu revelando os seus dons e superioridade em relação a ele Roxanne invejoso como andava se tornou ainda mais rancoroso e revoltado com a vida formulando em sua mente um plano maligno para derrubar malina e seu filho encontrar seu pai retomar a cidade para si. Naquela noite em que foi ferido, Jurou assim mesmo que nunca mais confiaria em humano algum e que os faria ver o quão inferior eles eram. Assim decidido a destruir de qualquer modo a raça humana Roxanne após a derrocada final de seu pai decidiu que ele próprio faria com que os humanos pagassem e seu irmão também. Sua querida sobrinha não fazia ideia do que a esperava, sumiu com seu Clã seguido por mais de 200 vampiros revoltosos inclusive aqueles que eram antes seguidores de Drácula que passaram a chamar de rei. Por duas décadas Roxanne ficou escondido arquitetando seu plano maligno de vingança, durante esse tempo Alina também não ficou parada, acreditando que aquela guerra não seria a única e nem a última de sua espécie começou a treinar fortemente os seus dons e suas habilidades escolheu para si os melhores mestres entre humanos e vampiros e passou a treinar todos os dias sem descanso Marcus acompanhava a filha de perto sabia que ela não estava errada de todo mas mesmo assim temiam por sua vida e por sua Felicidade foi sabia que não era aquilo que ali não queria para si mesma. Isabela dividida entre o amor que sentia pela prima e a lealdade ao pai não sabia para que lado olhar ocorrer, decidiu então não se meter em nenhum dos lados e ficou exilada sozinha de ambos os grupos. É claro que o pai dela não ficou feliz com aquilo e passou a mandar seus seguidores segui-la e trazê-la de volta para si. A crueldade e os meios de dominar de Roxanne se espalharam por todos os cães, muitos tinham medo dele já que agora sabiam que ele era o rei herdeiro de Drácula, o que não imaginava não é que outro rei mais forte, mais sábio, e muito mais poderoso estava bem ali diante deles. Roxanne se enfurece a cada nova conquista de seu irmão e sua sobrinha, cada guerra ganha, cada arma conquistada, cada façanha imposta trazia para o seu Arsenal um motivo a mais para derrubá-los seu ódio crescia descomunalmente. Mas no fundo de seu coração ele ainda sentia alguma coisa pelo irmão e pela mãe Que Fora morta pelo seu pai cruelmente, não mais admirava Drácula e suas façanhas apenas o ódio também preenchia o sentimento que antes existia. Sem conseguir pensar direito, pensando apenas na raiva e no ódio que sentia Roxanne junto ao seu séquito, após vinte longos anos decidiu voltar a Valença e reclamar seu lugar como rei Ele não era bobo esperou que seu irmão reergue-se a cidade Para então poder voltar e continuar o que seu pai começou. Na noite em que levantaram acampamento Roxanne e seu grupo decidiram não invadir a cidade de imediato. As ordens eram espionar as defesas de seu irmão, ele não seria tão i****a a ponto de não ter construído defesas para a cidade após o ataque de Drácula, talvez até fosse já que imaginou que o perigo havia acabado o pai tendo sido morto. ou também pode ser que a dor de ter perdido Sua amada mãe eu tenha deixado irracional, ele também amava Malina ela Foi em parte sua mãe também, Devia ela os melhores anos de sua vida após a perda de sua mãe e de seu lar, Não podia fingir que simplesmente não a amava, Ela fazia parte do que ele próprio foi um dia, e perdê-la de forma tão repentina e c***l também o tornou infeliz, talvez esse fosse o motivo de não ter atacado imediatamente a cidade, dá o seu irmão e aos seus tempos de luto que Malina merecia . A cidade não era mais a mesma quando voltou, grandes muralhas cobriam o entorno, o grande castelo parecia mais uma Fortaleza impenetrável, soube por terceiros que a jovem princesa herdeira vivia agora presa infeliz em uma grande torre, não por medo, não por precaução, mas porque não sentia mais prazer em viver depois do que houve, viu a avó ser morta pelo avô e teve que ela própria com suas mãos matar o avô. Já não bastava o fardo que tinha ainda mais esse peso recaia sobre suas costas. Para Roxanne aquela notícia caiu como uma luva, afinal que melhor forma de derrotar alguém do que começando a atacar o seu psicológico. Se a sobrinha já estava em estado de inércia e já não tinha mais sabor de viver o que ele tinha que fazer era apenas dar um empurrãozinho. * * Trecho de o COMEÇO DO FIM capítulo 4 Cheguei até a vala e encontrei todas as coisas lá do jeito que deixamos, mas uma coisa me chamou atenção, eu ouvi um chorinho baixo, acho que era um bebê, ou podia ser um gato, não sei , mesmo assim a curiosidade falou mais alto, meu defeito desde cedo. Me aproximo devagar e com cuidado para não ser notado, por trás de uma construção ruida e meio queimada haviam algumas pessoas entre elas meus vizinhos, Maria, Joaquim, e seus filhos Juan de 9 anos e Samara de apenas alguns meses, o grupo era formado por 10 pessoas, contando com os meus quatro vizinhos, os outros eram dois irmãos já adultos mais jovens, duas mulheres meio velhas que acho moravam na rua debaixo, o dono da farmácia um senhor de 50 anos e mais um rapaz que eu já vi, quem era ele mesmo? "Ah, lembrei, o enfermeiro do hospital" Ele pode ajudar tio Celso. Saio do meu esconderijo e me aproximo, o grupo se assusta e entra em posição de ataque, mas Maria me reconhece e grita: _ Parem é Alonso. Alonso meu filho, ah meu Deus, seus pais, você está sozinho, venha fique aqui, venha. _ Vocês não podem ficar aqui, os soldados vão pega-los, levar as crianças e matar todos os outros. _ Se acalme Alonso, eles sempre fazem ronda a tarde, a gente se separa e volta a se encontrar aqui a noite. _ Não, tá errado, vocês vão morrer, eu sei onde é seguro, venham comigo, venham. Pela cara deles eles estavam me achando louco, quem seguiria um menino de 12 anos para o meio da floresta durante um m******e? Pensei melhor no que falar, mas eu nunca fui bom com palavras. _ Dona Maria, a senhora me conhece desde que nasci, eu trazia seu jornal todas manhã, seu João o senhor média minha temperatura sempre que minha mãe pedia, confiem em mim, meus pais estão me esperando nesse lugar, meu tio está ferido, eu voltei para buscar umas coisas que escondi vocês podem vir comigo, juntos podemos ter mais chance, por favor, venham. Dona Maria foi a primeira a levantar e disser que iria comigo se existe um lugar seguro para ela e os filhos era para lá que iria, afinal quem iria salva-la quando seu bebê chorasse de fome e fosse encontrada? Para minha alegria o rapaz enfermeiro também se prontificou a ajudar ele carregava uma mochila e uma maleta de médico, meu coração chegou a quase parar de tanta alegria. O dono da farmácia e as duas senhoras também, apenas os dois irmãos não quiseram vir, os deixamos para trás, esperando que eles mudassem de ideia, mas não o fizeram. Guiei o grupo floresta a dentro como fiz com minha família, pedi ajuda para carregar as coisas da vala e seguimos, chegando na árvore pedi para todos irem entrando e assim fizeram, lá embaixo mamãe gritava com papá por ter me deixado sair, ao ver todas as pessoas entrando ela esquece de mim e corre para a vizinha e seus filhos ajudando-os a se acomodar. Conto para eles o que houve e como achei a turma toda, papá olha para mamãe como quem diz, "viu É um homem", ela aquiesce e não briga comigo, o enfermeiro de nome Javé examina tio Celso, ele diz que o braço dele tem que ser amputado ou prejudicará todo o corpo dele pois está gangrenado. Mamãe chora desconsolada, mas Celso diz que tudo bem, que ficará bem, como sempre um herói. Javé prepara tudo para a operação ali mesmo, ele tinha tudo de que precisava, havia pegado todo tipo de remédios e coisas que pôde do hospital quando começou o m******e. Foi muita sorte ter encontrado ele, passamos dois meses ali naquela caverna, até ter certeza de que era seguro sair é seguir viagem, junto com Javé eu fazia rondas e vez ou outra encontrávamos alguém fugindo. Soubemos que o governo brasileiro se juntou com outros países para derrubar o sistema democrático e fazer um mundo ao seu bel prazer. Denominados governo amarelo, criaram um tipo de coisa capaz de mandar nos outros, eu não entendia bem, mas sabíamos que a coisa era séria, já que era no mundo inteiro, então para onde fugir? Tio Celso se recuperou graças a Javé, e eles se tornaram grandes amigos, ele não cansava de dizer que tinha orgulho de mim e dos meus feitos. Soubemos que grupos nomeados de resistência lutavam contra o governo, se escondiam e tinham estrutura melhor que a nossa, a água dos rios estavam ficando poluídas e a comida cada vez mais difícil de achar. Tínhamos que sair dali, agora que tio Celso podia andar, levantamos acampamento e fomos em direção a fronteira ilegal pois a outra estava sendo vigiada, tínhamos que ir sempre pelas matas e montanhas, nos escondendo sempre como bandidos. Cinco meses depois de tudo conseguimos atravessar a fronteira, estávamos no Brasil local de origem da minha mãe, e de toda essa loucura, no caminho juntávamos mais e mais pessoas, juntos ficávamos mais fortes cada um fazia o seu melhor. Tio Celso me ensinou a lutar e a usar a arma. Dez anos se passaram e eu já não era um menino, tinha vinte e dois anos era um homem, forte, corajoso que se arriscava para manter a salvo aqueles a quem ama. As coisas ficavam cada vez piores, a fumaça que os aviões jogavam tornavam a vida mais difícil ainda, ela deixava as pessoas doentes, a água sem condições de uso, e as plantações não cresciam, os animais começaram a morrer, sem água comida e lugar para se esconder. Bases enormes foram erguidas pelo governo, dentro delas não havia fumaça ou morte, ou fome, aqueles que foram escolhidos a elite vivia lá como se nada tivesse acontecido aqui fora, diziam que eles tinham uma máquina que podia fazer eles agirem e sentirem o que o governo mandasse. Só as crianças foram levadas e as moças jovens e bonitas, era cada vez mais raro encontrar alguém lá fora que não tivesse louco, que não fosse assassino ou ladrão, casais já não conseguiam ter filhos, mesmo sem o uso de nenhuma proteção, aquelas que conseguiam engravidar ou abortavam seus bebês espontaneamente ou os tinha deformados e não viviam muito tempo. Era difícil ver todos os dias aquela desolação no mundo, mas Alonso fazia o que podia para ajudar a seus amigos e quantos pudesse. Um dia chegou um rapaz da idade de tio Celso no acampamento, Victor era o nome dele, ele era cientista e fugiu com outros tantos para escapar do CDA como chamavam, teve um ataque e ele se separou do grupo se perdendo, achou o acampamento por acaso. A princípio desconfiamos dele, mas ele logo provou ser amigo, nos ajudou muito, com suas invenções, ele sabia como fazer armas e instrumentos de trabalho com pedras, nos ajudou a cavar um poço artesanal e agora tínhamos água fresca sempre. Nos mostrou plantas e ervas que ajudariam nas doenças ajudou Javé com os doentes e ganhou nossa confiança, um ano depois da chegada de Victor ele e Celso tornaram-se grandes amigos, mais até que ele e Javé , Já que o mesmo passava muito tempo cuidando dos doentes e Celso explorando e caçando comida eles acabaram se afastando, e agora Victor tomara o lugar. Nosso acampamento chegou a ter até 100 pessoas, algumas morreram, outras foram embora e agora tínhamos ao todo 52 pessoas no grupo de todas as idades menos crianças abaixo de 10 anos, elas agora eram muito raras de se encontrar, o CDA levava todas. Alonso namorou durante um tempo a filha de um dos homens do grupo, mas não deu certo e logo ela casou com Javé, Alonso não se chateou eles dois não tinham nada a ver. Celso também casou há dois anos, com uma jovem índia que eles encontraram no caminho quase morta de fome e sede, duas semanas depois eles já estavam juntos. O tempo aqui fora depois de tudo era precioso demais para se perder com bobagens. Alonso ficou com outras moças mas nada sério, nunca se apaixonou até que um dia uma mulher chamada Rita cruzou seu caminho. Tio Celso não quis ir comigo caçar mantimentos ou algum animal para comer então fui sozinho para desgosto de mamãe que até agora não acostumou a me ver como um homem, o que me irritava demais. Quando eu voltava para o acampamento, encontrei uma moça em uma carroça com uma criança pequena nos braços, a roda da carroça estava atolada e ela não sabia o que fazer, ao me ver se assustou e pediu para não machuca-la. Ela era a mulher mais intrigante que eu vi até agora, sua pele era n***a, brilhava a luz do sol junto com o suor que pingava de seu rosto e descia pelos s***s, e que s***s, seu corpo era rechonchudo, em seu rosto nenhum traço especial alegava beleza, mas havia algo nela que prendia minha atenção e me fazia querer deseja- lá. Ela não se mostrou indiferente a mim, a convidei para o acampamento depois de lhe explicar as regras, ela aceitou, disse estar cansada de ficar sozinha, a levei junto com seu filho para o acampamento, todos ficaram encantados ao ver a criança em seus braços, não tinha mais de 2 anos, e a tanto não víamos uma, talvez tenha sido isso que me atraiu nela. Eu estou com 25 anos e ela tem 29, sua experiência comigo me levou a indagar com quantos homens ela já esteve, ela fazia coisas que eu nunca vi antes, me ensinou coisas que eu adorava aprender, como usar minha língua, as mãos, o pênis, aquela mulher me deixou louco. Eu achei que estava apaixonado que a amava e queria toma-la por minha esposa, e assim o fiz, mesmo contra a vontade de meus pais e de outros. Por dois anos ela foi a minha vida, fazia tudo por ela, sempre me arriscava para trazer presentes e ela me compensava na cama rebolando com vontade em cima de mim. Todos me olhavam torto e com pena, eu achava que era inveja por eu estar com ela por ela ter me escolhido. Uma semana depois, dois viajantes que vez ou outra passavam por eles chegaram ao acampamento, eles faziam trocas, comida e água por roupas e utensílios, era assim que viviam, fizeram suas trocas e pela primeira vez eles pediram pouso até o amanhecer, permitimos, na manhã seguinte acordei e Rita não estava na cama a encontrei atrás de uma árvore rebolando e gemendo como nunca no colo do viajante. Eu fiquei sem ação, jamais a bateria ou humilharia, mas também não aceitaria tal coisa, a chamei, assustado o homem levantou. _ Não quero confusão amigo. _ Nem eu, amigo, pegue essa mulher e a leve com você se não quiser confusão mesmo. Assim Rita partiu sorrindo e feliz com aquele homem sem nem olhar para trás ou pedir perdão, ela levou com ela meu coração e todo amor que eu pudesse dar, assim eu pensei. Por muitos dias eu me isolei não quis ver ninguém, preocupados meus pais pediram a tio Celso e Victor para me ajudarem. Eles me abriram os olhos para o que eu não vi de Rita, ela era prostituta e vivia assim de cama em cama, e mudava assim que cansava, ela nunca me amou, me usou para se satisfazer, e eu topo que sou me deixei envolver. Naquele dia jurei a mim mesmo que nunca mais nenhuma outra mulher me enganaria. Mais cinco anos se passaram, eu estava agora com quase 30 anos, conheci outras mulheres, mas não me apeguei a nenhuma apenas as usei como Rita fez comigo. Victor descobriu que uma casa que ele ajudou a construir estava aos arredores de singa pura no México, segundo ele este lugar é uma colônia enorme com conforto e tudo o que precisamos para viver e combater o governo, a casa é de um dos amigos cientistas dele, parece que a casa muda de lugar e tem um escudo invisível, ele fez um mapa com as coordenadas do local, tínhamos que ir antes que mudasse de novo. Ele achava que seus amigos já estavam lá, eles iriam comandar de lá a revolução, era o único local que o CDA não podia encontrar. _ Se eles não podem encontrar como você pode? _ Eu ajudei a construir ela, então eu sei como achar. Fiquei calado, eu não queria viajar as cegas para um lugar que nem da para enxergar e sem contar que os soldados estavam ativos, procuravam alguém, e alguém grande. Mas um acontecimento me fez mudar de ideia, dois aliás , a Anja seja quem for não mandou mais as caixas para cá estamos quase sem remédios, se não fosse o aparelho que ela deu para impedir a fumaça estáriamos pior do que agora. E Rita voltou, não sei por que motivo ela voltou, mais magra, com dois dentes a menos e com seu filho agora com 8 anos , pela criança a aceitamos, mas eu não conseguia olhar para ela, tudo que ela me fez vinha a tona e eu não queria me sentir daquele jeito de novo, ela devia ter sofrido muito a julgar pelo seu estado. Resolvi aceitar a proposta de Victor, escolhi dois homens fortes e bons de luta para irem comigo e parti. Nossa viagem durou quase três meses , embrenhados pelas matas, dormindo em cavernas, seguimos até chegar ao México, correu tudo bem até cairmos em uma emboscada, vimos uma das caixas em um descampado e corremos para pega-la , antes mesmo de chegar perto os tiros começaram, Saulo foi atingido eu vi quando ele caiu no chão e não pude ajudar, Ruan me puxou dali de volta para as árvores, minha vontade era revidar e matar aqueles desgraçados sem vontade própria. Mas Ruan está certo não posso arriscar perder ele também, temos que pensar, nos esconder, Victor nos mandou para a morte, sei que não foi de propósito. Corremos dando a volta pelas montanhas, dois dos sem cérebro vinham pela esquerda, fomos cada um para um lado, miramos e pummm, pegamos as armas deles e continuamos, a marca do mapa estava perto, mas como achar algo invisível? seguimos em frente , de repente estávamos em uma cidade fantasma, haviam muitos becos e vielas ali, o que era bom para nós escondermos, quatro soldados armados nos encurralaram, Ruan correu para um lado e eu para o outro, ouvi mais que vi o tiro que o atingiu, senti algo me atingir também, mas continuei correndo, senti uma dor aguda no ombro e quase cai tropeçando em uma pedra, a parti daí tudo ficou confuso, vi robô, soldado cair e vi um anjo, quando acordei estava em um hospital rodeado de robôs que pareciam gente e uma voz tão doce falava comigo. Não sei por quanto tempo me mantive assim dormindo, mas sonhei com muitas coisas, sonhei com vozes doces e rostos de anjos que cantavam uma doce música para mim. Eu tive vontade de levantar e dançar por aí mas infelizmente minhas pernas não respondiam, de repente meu sonho se tornou um pesadelo, homens com rosto de aranhas corriam atrás de mim e de meus amigos, um por um aquelas criaturas foram os perseguindo, encurralando e comendo-os vivo. Senti alguma coisa me puxar e de novo vi o anjo na minha frente, mas logo ela sumiu e lá estavam os cara de aranha de novo, me sentia em uma montanha russa sem fim, as vezes as aranhas, outras o anjo, e as vezes nada. Tio Celso apareceu, mas não era ele, no lugar do seu braço perdido estava um galho de árvore, um galho n***o e sujo, de aparência horrível, tentei falar com ele, mas minha boca não abria era como se eu não controlasse mais o meu corpo. Ele começou a dar risadas graves e estridentes ao mesmo tempo, tomado de terror eu vi ele se aproximar cada vez mais dele, mas eu não me movia não conseguia, fechei os olhos e senti o galho entrar em minha barriga com força, não tinha dor só sangue e tripas saindo, tentei gritar mais de novo a voz não saia. Então fechei os olhos de novo, e me senti caindo, caindo, e quando voltei a abrir não tinha mais sangue, nem tio Celso, só eu e nada, tudo estava escuro, ou era tão claro que eu não conseguia abrir os olhos, eu não sabia ao certo, tudo permanecia confuso e indecifrável na minha mente. Talvez eu tenha morrido, e isso seja a passagem para o outro lado, mas eu não lembro de ter morrido, será que é assim mesmo? Para completar meu desespero aparece na minha frente à causadora da minha infelicidade Rita está a minha frente, nua me chamando com os dedos igual fazia sempre que queria me usar. Não consegui disfarçar minha raiva, como aquela mulher podia ser tão descarada depois de tudo que me fez voltar com o se nada tivesse acontecido, justo quando já não doía tanto a lembrança dela. Tento avançar, questionar, mas nada acontece, Rita da risada da minha cara e se põe em pé, vem caminhando devagar, rebolando os quadris largos lentamente como se não tivesse pressa. Meu coração acelerou e eu quase podia sentir ele pulsar em outra parte do meu corpo, corpo traidor que apesar de tudo ainda a desejava, era loucura resistir a ela, ela foi a melhor dentre todas as outras que eu já tive, ou talvez a ilusão de tê-la como eu tive, tivesse me mantido alheia as verdadeiras sensações que me prendiam. Eu não quero me render a ela não posso me deixar envolver por ela de novo, fecho meus olhos desejando que tudo escurecesse de novo, mas quando dou por mim também estou sem roupa e ela está me chupando com vontade, não eu não quero, saia sua p*****a. Ela continua e eu sinto meu p*u começar a subir, foco minha mente em tudo que ela me fez, eu não vou deixar ela me enganar, não mesmo, deu certo, ela muda a técnica e usa as mãos também, nada, ela então senta em cima de mim e começa a se esfregar e gemer, mas eu não estou sentindo nada além de nojo e raiva, ela fica com raiva e de repente a boca dela se abre em uma bocarra de jacaré que abocanha meu m****o e o arranca. Eu arregalo os olhos e o vejo em sua boca, mas não consegui gritar de novo, ela começa a sumir dando risadas e eu começo a relaxar. Eu já estou cansado desse pesadelo, será que morrer era isso? reviver tudo de r**m que houve na sua vida É sofrer por isso. Se for assim o que mais resta me acontecer aqui neste lugar? exausto fecho meus olhos me deixando flutuar para onde quer que eu fosse levado dessa vez. passo o que me parece horas indo, viajando, passando de um lugar para o outro até que eu sinto algo pressionando as minhas costas, parece que estou deitado, não é uma sensação r**m, parece uma cama, macia, Quentinha e com um cheiro doce, de flores. Era bom estar ali, senti alguma coisa entrar pelo meu braço e avançar lentamente pelo meu corpo, então senti minha boca umedecer e meu corpo parece que se fortaleceu, como se eu estivesse recebendo uma força que vinha de algum lugar. Fiquei ali parado, era bom me sentir assim, de repente senti uma fisgada no meu ombro e lembrei do tiro que levei, mais ainda não consigo abrir os olhos para ver, sinto mais fisgadas, não doí é como se alguém estivesse puxando a pele e soltando, depois sinto uma coisa fria no mesmo local e uma ardência momentânea, sinto um tecido macio envolver o local e me senti confortável. Meus pés começaram a me obedecer, senti alguns espasmos neles, tento mexer de novo e consigo, passo para o braço, estão pesados mais consigo mexe-los, sinto uma dor aguda quando tento dobrar a mão e uma coisa de aço frio a mantém parada, meus olhos se abrem lentamente, não vejo nada além de uma luz a minha cabeça, viro a cabeça e vejo um robô segurar minha mão, assustado tento me sentar.
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