Pietro

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Em uma cidade grande situada em Roma, nascia Pietro um jovem cheio de ímpetos heroicos, mas voltado para cometer estranhos atos, ele parecia não ter amor à própria vida. “ quando duas paixões de diferentes raças ou religiões se cruzam a tendência é algo errado acontecer e ambos os lados sofrerem ou fazerem alguém sofrer, mas como conter as chamas de uma paixão que se instala dentro do peito e arde como fogo em Chamas vivas ? “ Foi assim que eu me senti quando, quando conheci Marcela, bom digamos que eu não era bem um homem adulto formado e sim tinha minhas pretensões meio duvidosas. Mas Marcela tinha algo em si que despertava certas paixões em quaisquer que fossem mas ocasiões, naquela tarde estávamos no parquinho como sempre eu e minha turma, eu tinha 16 anos, já trabalhava para ajudar meus pais, porém era nerd e tímido demais para me aproximar das meninas. Marcela estudava no último ano do ensino médio e eu ainda m*l concluir fundamental. Porém ela viu algo em mim que eu não sei bem o quê aproximou-se de mim cuidadosamente com a desculpa de querer ajuda para os estudos pois mesmo estando em uma série menor do que a dela o que e do meu cérebro era conhecido por toda a escola. Não posso dizer que fui seduzido e enganado Por Ela ela sempre foi clara com suas intenções, não poderia se apaixonar por um molecote como eu, e muito menos queria compromisso, mas o que esperar de um coração juvenil e recém apaixonado pela primeira vez? Apesar dos avisos constantes de meus amigos mais velhos sobre Marcela e suas práticas eu insisti em não querer ouvir, passava as tardes no computador pesquisando maneiras de impressionar, digamos que eu tinha tendências do século passado. Aos 16 anos eu trabalhava em uma sorveteria quase ao lado da minha casa bom para falar a verdade a sorveteria era do meu tio, mas mesmo assim dava um bom dinheiro e eu podia comprar minhas coisas sem ter que pedir ao meu pai ou a minha mãe. Meu plano de fuga era sair de casa antes dos 18, ao contrário dos meus amigos eu não queria passar o resto da minha vida sentado no sofá da sala, jogando videogame, e comendo cereais enquanto os meus pais me xingam e falam quanto eu sou inútil. Marcela foi uma fuga para a minha realidade, minha primeira pode-se dizer namorada, foi com ela que eu perdi a virgindade, era incrível passar o tempo com ela ela me fazia sentir ser outra pessoa e para falar a verdade eu era outra pessoa quando estava com ela. Quando acabamos os nossos estudos naquele ano Marcela se despediu de mim e disse que iria morar na Espanha que havia conseguido um trabalho por lá e que nunca mais voltaria a Roma, meu coração se despedaçou é verdade, mas eu sabia que uma hora ou outra isso iria acontecer afinal ela já era uma mulher feita e eu estava acabando de sair da adolescência, Por algumas semanas me senti triste, desolado e abatido pensava apenas no corpo dela sobre o meu na boca dela na minha e em outras partes também, mas o dia a dia e a rotina acabaram me trazendo de volta a minha realidade. Aos 18 anos concluir enfim o trágico primeiro grau, era hora de sair da casa dos meus pais e me formar em uma faculdade, eu não sabia sequer o que eu queria fazer da vida além de f***r qualquer menina bonita que aparecesse pelo meu caminho, Devo todo e qualquer experiência que eu tenha nesse quesito a Marcela já que ela era uma ótima professora e me dizia tudo que gostava, assim tudo que eu precisava como bom aluno era repetir com as outras e como Marcela eu também não me apegava apenas usava as meninas e jogava fora ao meu bel prazer, isso me conferiu a fama de bad boy ou de galinha mesmo que assim seja Entrei para a faculdade de arquitetura fazer o que não é meu pai arquiteto temos uma fábrica então que seja, quando fiz 20 anos eu já era independente por assim dizer fiz uma boa grana ajudando meu velho e fazendo um outro servicinho por fora, mas em uma trágica noite uma coisa me fez sair da minha zona de conforto. Olívia era a menina mais chata i****a de toda a cidade. Mas Jorge tu meu melhor amigo era apaixonado Por Ela então eu precisava suportá-la, naquela noite haveria uma festa na fazenda dos Thompson, estávamos todos convidados e fomos todos para a festa é claro, peguei o velho jipe do meu pai e dirigir até a fazenda com Jorgito, Olívia, Natacha, João. A noite estava linda o céu estrelado, lua no céu, o Lago da fazenda cintilava todas essas baboseiras. Começamos a beber em volta da fogueira dançar, comer e a fazer tudo o que fazíamos sempre pegação, zoação, muita droga envolvida até que um grito chamou nossa atenção, melhor dizer a minha atenção os outros estavam chapados demais e ocupados demais para ouvir o que quer que fosse, mas eu escutei o grito voltei meu pescoço para ver de onde vinha e tornei a escutar vinha das árvores mas á dentro da floresta. Caminhei calmamente, Até chegar mais perto e ouvir melhor, era o grito de uma mulher parecia muito com a voz de Olívia, olhei para trás para ver se mais alguém havia ouvido e vim atrás de mim mas não todos continuavam no mesmo estado. Pensei em chamar alguém para me acompanhar, mas a menina não parava de gritar e eu fiquei com medo de ser tarde demais corri para as árvores na floresta bem a tempo de ver Um vulto n***o em cima dela, me lembra apenas dos imensos cabelos negros, do tamanho descomunal e da palidez de sua pele, não saberia descrever seu rosto e muito menos seu porte ou altura, chamei sua atenção com um grito ele olhou e em sua boca o sangue de Olívia de jorrava, Ele tem mais alto e tentei arrumar uma pedra ou qualquer coisa que me servisse de arma contra ele, mas ele avançou contra mim e tudo ficou escuro. Acordei no hospital com uma baita dor de cabeça e sem lembrar direito do que aconteceu, a imagem de Olívia caída no chão com buraco enorme no pescoço me vem à cabeça, a sombra n***a cruza o meu caminho me derrubando no chão, que merda o que será que aconteceu? Uma enfermeira entra no quarto e olha para mim atenta, pergunto o que houve __ O que é que eu estou fazendo aqui? __ Se acalme Pietro seus amigos o trouxeram, está tudo bem você vai ficar bem e terá alta em breve, preciso avisar o doutor e aos seus pais que acordou por favor não se mexa. __ O quê? Por favor espera, me diz o que aconteceu eu não lembro de nada ! __ Eu não posso falar nada para você agora, não antes de você falar com a polícia, apenas descanse eu já volto. Polícia? Que merda a polícia iria querer comigo? tento me levantar alguma coisa muito errada está acontecendo por aqui eu preciso descobrir o que é. A vaca da enfermeira chega bem a tempo de me parar e de me pedir para ficar deitado novamente, mas dessa vez ela não está sozinha meus pais estão com ela e um enorme homem n***o também vestido de branco suponho que seja um médico. __ A meu filho você acordou que bom estava tão preocupada com você Aff vai começar o drama da minha mãe, talvez fosse melhor ter ficado dormindo por aqui mesmo. __ Eu estou bem mãe, aliás estou ótimo não estou entendendo o que é que estou fazendo aqui mas estou ótimo. __Você não lembra de nada garoto? Meu pai é a doçura habitual dele mesmo em situações que exigem menos, fazer o que não é nós temos o que merecemos. __ Não pai eu não lembro de nada! __ Não era de se esperar menos, com tanto de drogas que encontraram naquela floresta eu não sei como você ainda está aí respirando, aliás você e aqueles seus amigos ou boa parte deles. Ou boa parte deles? Apesar de meu pai ter falado bem mais do que aquilo apenas aquela pequena frase se infiltrou em minha mente o que será que ele quis dizer com aquilo, eram perguntas demais a serem respondidas e eu queria as respostas naquele exato momento. __Será que alguém pode me explicar o que é que está acontecendo aqui em vez de apenas me deixarem mais confuso ainda por favor? __ Bom meu jovem! Ao que parece durante a festinha de vocês alguém ficou muito violento e fora de si e tentou imitar um vampiro sugador de sangue, o primeiro ataque foi o que você parou a sua amiga Olívia, infelizmente ela não conseguiu sobreviver perdeu muito sangue, mas dois de seus amigos também foram atacados inclusive você, porém quando a pessoa que o atacou estava em cima de você prestes a também tirar todo o seu sangue o grupo de pessoas se aproximou e ele fugiu. __Precisamos da sua ajuda para saber quem era essa pessoa pelo visto você foi a única pessoa que ouviu. Olho do doutor para o policial à minha frente como se eles fossem loucos, sempre fazíamos aquele tipo de festa e sempre usávamos as mesmas drogas de sempre, nunca ninguém enlouqueceu e tentou virar vampiro e sugar o sangue de ninguém porque eles acham que um de nós foi responsável por aquilo? O homem que eu vi em cima de Olívia era muito estranho, não parecia ser alguém real ou até mesmo fantasiado, a frieza dele em cima de mim a força não eram naturais, e se o que dizem é verdade e os corpos estavam sem sangue então a velha lenda de Drácula não era tudo mentira. Tudo bem me pegaram, eu confesso sempre fui apaixonado pelas teorias e conspirações que falavam a respeito de Drácula e de seus vampiros Estudei tempo demais tudo que dizia respeito a essa espécie para desacreditar que era um simples histórias, eu consegui meu intento existiam provas concretas de que Drácula existiu realmente, e de que até pouco tempo atrás ainda existia, e havia também histórias em uma cidadezinha escondida de quase tudo sobre Drácula e seus descendentes e sobre lutas e guerras travadas para proteger humanos ou para matá- los. E se o que eu vi atacar Olívia era mesmo um vampiro? Isso queria dizer que estávamos todos em perigo e que breve Drácula ou sei lá quem iria aparecer e destruir nossa cidade como tentou fazer um dia nessa outra. Saí do hospital sem muito a dizer, decidi não pôr mais em risco nenhuma vida humana, mas jamais diria isso da minha própria. Alguns na cidade me acusavam pelo que houve tentavam jogar em minha culpa da morte de Olivia e dos outros dois, Meus pais decidiram então que eu deveria sair da cidade, não sei procurar novos horizontes, se formar em uma outra universidade. Aquela era deixa que eu estava esperando para sumir daquele lugar então foi o que eu fiz. Sair para Valença a tal cidade de onde falavam e decidi ficar lá até descobrir se o que circulavam entre as paredes e muros daquela cidade eram apenas lendas ou se existia alguma verdade naquilo, o que eu Pietro não imaginava era que encontraria não só as verdades que buscava, mas sim a verdade sobre mim próprio, e também o grande amor da minha vida. Antes de partir para Valença Pietro teve um rápido caso com Jéssica ou Jessy. Ela era o tipo de mulher que não se esquecia facilmente, perita nas artes do amor e do sexo ensinou a Pietro bem mais do que Marcela um dia fez, o seu erro fatal foi se apaixonar por sua caça, Pietro com seus 1 metro e 90 seus cabelos pretos e pele branca, e toda aquela sua baboseira de bad boy conquistou o coração de Jessy, mas ele não era do tipo que se apegava uma sua moça para Pietro se apaixonar e se envolver com uma pessoa romanticamente era um erro fatal tendo tantas outras opções disponíveis em seu caminho. durante dois longos anos Jessy e Pietro nutriram um Um relacionamento baseado apenas em sexo, prazer mútuo e muita libertinagem. Para Pietro a farra de estar com ela o prazer que ela lhe proporcionava eram reais E saudáveis, em nenhum momento se passou pela sua cabeça namorar ou apaixonar-se Por Ela, ela por outro lado por mais que tentasse lutar contra os sentimentos que cresciam em seu coração não pode e se apaixonou perdidamente por Pietro e se rendeu aos seus encantos. Ele sabendo dos sentimentos novos que ela nutria por ele resolveu terminar de vez com aquele relacionamento, afinal estava prestes a partir para Valença e precisava descobrir mais sobre seu passado e sobre as lendas que marcavam aquela cidade. Precisava saber o que Aconteceu Naquela Noite e porque apenas ele viu aquela coisa e por que a coisa fugiu dele ao invés de também lhe matar. Pietro acabaram de fazer 24 anos quando chegou em Valença decidido a desvendar todos os mistérios que os circundavam e sem base nenhuma para começar ele tenta arquitetar um plano de estudo para avaliar bem a cidade e seus habitantes assim saberia a quem recorrer quando recorrer. Um ano após a sua chegada e com bem poucas histórias além das que já sabia estava prestes a desistir quando se deparou com uma jovem encantadora, achando ser por acaso aquele encontro e não armadilha do destino como realmente era, ele pensou melhor em não desistir do seu projeto e foi procurar saber mais sobre aquela Bela jovem que encontrou, com medo de se apaixonar, sem saber direito o que estava sentindo, Pietro embarca em sua aventura à procura dos mistérios daquela Bela moça que todos sabiam quem era mas ninguém ousava falar dela. Será que o nosso galã bad boy vai encontrar as respostas que precisa? O desistirá do seu intento e partirá de volta para sua cidade Natal em Roma? Será que realmente há alguma coisa sobre o passado de Pietro e de sua família que o envolve? * * Trecho de o COMEÇO DO FIM, capítulo 5 Debaixo da água quentinha do chuveiro cercada pelos braços fortes de Alonso, derramei toda a dor que senti e revivi nesses dois dias tão conturbados. Não sei o que o levou a tomar essa atitude, talvez pena, era um bom homem, talvez ele também estivesse m*l como eu, mas e se fosse outra coisa. Meus pensamentos davam tantas voltas que era muito difícil organiza-los, a enxurrada de sentimentos que me invadia não me deixava raciocinar direito. Aos poucos minha respiração se igualou a dele, passei a me concentrar nas batidas do seu coração, ele estava acelerado, ambos ali sentados no chão embaixo do chuveiro, como duas estátuas. Meus soluços foram cessando e meu corpo aos poucos encontrou equilíbrio. Alonso estendeu seu braço e desligou a água, agora sem o barulho da água caindo eu ouvia melhor seus batimentos e sua respiração fazia coceguinhas na minha orelha. Ele percebeu que eu estava me acalmando e disse: _ Isso, respira menina linda, xiiiiiiiiii. A voz dele era tão forte e grave, combinava perfeitamente com seu físico, mas havia também doçura no seu tom. Eu não tinha coragem de levantar meus olhos para vê-lo eu devia estar um caos, vermelha, inchada e nua. "Não, eu estou nua e molhada agarrada a um homem" Me dei conta naquele instante que eu estava nua nos braços de Alonso, eu queria aquilo, mas não daquela forma. Desesperada tentei me levantar, mas se eu levantasse ficaria ainda mais exposta, mais uma vez ele percebeu minhas intenções e se afastou delicadamente virando de costas, não sentir seu corpo junto ao Meu era desesperador. O que é essa sensação? Eu peguei a toalha e me enrolei, ofereci outra para ele que aceitou. Alonso tirou suas roupas molhadas como se tivesse esquecido que eu estava ali, não pude deixar de olhar cada centímetro de seu corpo perfeito, mas ele não voltou a virar para mim, se enrolou na toalha deixando a roupa molhada na pia de mãos. Acho que eu estava vermelha de novo, mas dessa vez era por outra razão, um calor se espalhava pelo meu corpo, começando por uma parte embaixo das minhas pernas, uma parte que estava mais molhada do que qualquer outra. Alonso virou-se para mim e me olhou com atenção, eu estava envergonhada ,só pude dizer: _ Desculpe, acho que me descontrolei, peço perdão, e muito obrigada, por ter ficado aqui e por ter.. Não consegui achar uma palavra para dizer, mas ele resolveu quebrar o clima tenso. _ Você aguentou bem mais que qualquer um que eu tenha visto, você tem uma força sobrenatural, eu fiquei muito surpreso com tudo que você fez hoje. Chocada por ele ter falado tão abertamente de mim, não encontrei o que falar novamente, mas ele continuou. _ Ah, e quanto ao que fiz, foi um pouco difícil para mim, mas que bom que você se acalmou. _ Entendo, você não confia em mim, me consolar deve ter ido contra todos os seus princípios. _ Não, você me entendeu errado, eu quis dizer que foi difícil por que Você é uma mulher linda, e me perdoe, gostosa pra c*****o, foi difícil não te atacar, mas se você continuar me olhando assim desse jeito, não sei se posso me aguentar mais. _ O - o-quê? Acho que meu cérebro deu pane de novo, ele acabou de dizer que eu sou linda e gostosa? Meu corpo estremeceu só com o soar dessas palavras vindas da boca dele. Alonso começou a se mover devagar na minha direção, instantaneamente dei um passo para trás, ele deu um sorrisinho convencido e continuou avançando, cada passo dele pra frente eu fazia o mesmo para traz, até que a parede tocou as minhas costas e eu me assustei. Ele sabia exatamente o que fazia, e eu como uma menina boba caia no seu jogo, eu queria cair naquele jogo. Alonso chegou até mim, me encurralando contra a parede, seus braços na altura do meu rosto, seu rosto bem próximo do meu, eu sentia seu hálito quente e sua respiração ofegante bem no meu rosto, foi a primeira vez que parei para olhar bem seu rosto, ele me analisava os olhos dele eram verdes límpidos, seu nariz bem feito, seus lábios eram grossos como os meus, ele era tão lindo e irresistível que eu quase gemi, quando ele abriu um pouco a boca vi seus dentes senti uma força me puxando para ele, olhei para cima e vi seus olhos ainda me estudando como um bom aluno, nossos olhos se encontraram, olhos verdes em olhos castanhos, um espelhava o desejo que havia no outro, Alonso inspirou fundo e tocou meu rosto com a mão, eu fechei os olhos e mordi o lábio inferior, ouvi quando ele soltou o ar e resmungou " c*****o", em um segundo as mãos dele estavam na minha cintura e sua boca na minha, a boca dele era gulosa engolia a minha com vontade, meus lábios se abriram para dar passagem a sua língua que explorava a minha boca curiosa, eu era mais tímida era meu primeiro beijo, aos poucos ele se acalmou e eu me senti mais corajosa, minha língua tocou a dele me causando arrepios, aos poucos eu também explorava cada cantinho da boca dele, ele afastou a boca um instante para tomar ar, ambos estávamos ofegantes, a atmosfera mudou totalmente, o desejo era palpável. Ele me olhava com fome eu o olhava igualmente, nenhum lembrava de mais nada, o mundo não importava, só nos dois e aquele sentimento, Alonso me agarrou novamente, sua boca percorria meu rosto, minha orelha, meu pescoço, a cada beijo meu corpo estremecia e arrepiava, ele deixou a toalha cair, e eu pude ver seu m****o impressionante, ele era enorme, me deu água na boca vê-lo assim, ele puxou minha toalha e se esfregou deliciosamente em mim, nossas bocas se encontraram de novo, eu o imitei e dei uma leve mordida na orelha, ele também arrepiou e até deu um gemido rouco, Caramba meu corpo parecia um terminal de nervos, cada toque dele me fazia delirar mais, ele desceu os lábios para os meus s***s, juro que quase cai no chão com a sensação maravilhosa daquele contato, as mãos fortes dele me seguraram. _ Ahh, ainda não mamazita! As mãos dele exploravam meu corpo, quando ele tocou bem lá embaixo na minha zona de total calor, ele deu um suspiro de aprovação, seus dedos tocaram meu c******s habilmente, quando ele enfiou um dedo na minha v****a quase tenho um ataque convulsivo. _ Aaahhhhh. Gemi alto, ele parou de repente e me olhou nos olhos. _ Você é mesmo surpreendente, mas não acabamos ainda. Meu corpo inteiro tremia e pude ver o brilho do meu orgasmo no dedo de Alonso, dedo esse que ele enfiou na boca e saboreou com prazer, arregalei os olhos surpresa, aquilo foi sexy pra c****e, eu já estava ali me sentindo como nunca e quase implorando por mais, Alonso me beijou de repente e disse: _ Agora sinta o seu gosto também. Tomei os lábios dele do mesmo modo que ele fez da primeira vez, com fúria, desejo, ele se surpreendeu, explorei o corpo dele, beijei seu pescoço, seu peitoral esculpido, seu abdômen e me pus de joelhos aos seus pés, como vi tantas vezes nos filmes, arranhei seu saco com as unhas devagar, ele estremeceu, passei os dedos suavemente por todo seu p*u, fechei a mão em torno dele e fiz um movimento circular, o senti tremendo de novo ele não olhava para mim estava de olhos fechados. Aproximei minha boca dele e passei a ponta da língua na base do seu p*u, bem onde saia um líquido claro e espesso, era bom e ele cheirava bem. Ouvi ele gemer baixinho o que me excitou muito, então comecei a chupa-lo levemente a princípio, depois mais rápido, ele tremia e gemia rouco, segurou meus ombros tentando me levantar, olhei para cima tentando entender o porquê daquela atitude, ele olhava para mim, olhando nos olhos dele chupei mais uma vez o engolindo quase todo e mordi levemente, ele gemeu mais alto e um líquido grosso e salgado escorreu pela minha garganta. Me levantei limpando o canto da boca, e o beijei devolvendo o favor, ele disse que o meu gosto era melhor. Demos risada e nos abraçamos, antes de passarem dois segundos, já estávamos ardendo novamente. Reiniciando tudo de novo, quando ele abriu minhas pernas e encostou seu p*u na entrada da minha v****a eu fechei os olhos imaginando que minha hora chegara, mas nesse instante o bebê chorou alto e forte e ambos corremos nus para ver. Não era nada mas o clima passou por enquanto, eu tinha um bebê para cuidar.
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