cap 18 vamos comemorar

942 Palavras

Diogo (Digão) narrando... Entrei na Rua Nove com o fuzil apontado, pronto pra atirar em qualquer movimento suspeito. O Complexo tava fechado de segurança, homem armado em cada beco. Esses filhos da p**a vão ter que peitar a gente se quiserem subir. Brecha nenhuma! Marcão ficou lá em cima, cuidando da parte mais alta do morro. Eu desci com uns dez vapores pra sondar beco por beco. Faltavam poucos minutos pra invasão. Meu informante já tinha avisado que seria às duas da manhã. Diogo: — Qual foi, rapá? Tá fazendo o quê aqui? Mete o pé pra casa! Apontei o fuzil pra um menor que tava vacilando na rua. Menor: — Tô indo já, Digão... tô voltando do trampo! Ele saiu na pressa por uma rua lateral. Eu já tinha mandado avisar geral na favela: ficar em casa de madrugada. Quem desse mole ia a

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