03 DE ABRIL - DANDO O QUE MERECE

3677 Palavras
08:00. Bem vestido, cabelo cortado, barba aparada. Eu sei o que fazer, sei como me comportar. Tenho confiança nas minhas habilidades. Estou totalmente ciente dos meus defeitos e me forço a corrigi-los. “Hector Yale, por favor, queira me acompanhar” Me levanto, ajeitando a manga da minha camisa, meu relógio, meu cabelo. A secretária que anunciou meu nome me guiava sem pressa pelo corredor com carpete escuro, olhando ocasionalmente sob o ombro. Eu conheço aquele olhar, mas não tinha tempo pra ele. Não ainda. Ela abre a porta a minha frente, repete meu nome para a senhora na sala escura, mas aconchegante. A mulher devia ter seus 40 anos, obviamente séria e profissional, me mediu de cima a baixo. – O senhor tem um currículo impressionante, mas sua experiência na área não é tão grande. Exigimos um certo grau de diligência que somente a experiência é capaz de proporcionar e … – Eu garanto que sou apto para o serviço. Além da minha educação, me destaco por me adaptar e adotar métodos que garantam a qualidade absoluta nas minhas tarefas, sempre seguindo as ordens e metodologia da empresa. – Exceto por interromper seu possível empregador. Agradeço a disponibilidade, entraremos em contato. – Perdão. Me desculpe eu não queria… – Vá, nos falamos depois. Droga. Depois de uma interrupção tão brusca na entrevista, as chances é que ninguém retornaria. Agradeci, pedi desculpas novamente, levantei e me dirigi até a porta enquanto a entrevistadora atendia o telefone que começara a tocar. – Ainda não… Mas ele não… Eu entendo que ele é um bom candidato mas temos que prezar pela…– Eu sabia que era sobre mim. Minha sorte havia mudado? A entrevistadora levantou a mão num gesto para que eu esperasse. Com alegria eu fiquei em pé ao lado da porta, com a mão na maçaneta.  – Sim, chefe. Farei com que ele chegue ao seu escritório. – Ela me analisou mais uma vez, não tinha como me constranger a esse ponto. – Entre no elevador a direita, cuidarei para que uma das meninas te encaminhe para a sala da chefia. – Obrigado. – Não fique alegre tão cedo. Isso pode significar uma carreira promissora ou o fim de qualquer carreira séria que você pretenda seguir. Tome cuidado com o que vai dizer e não se atreva a interromper mais ninguém hoje. Agora vá. Como eu havia dito, aprendo com meus erros e não faria de novo. Entrei no elevador. Exceto pela mesma moça que me guiou antes me esperando na porta do elevador, o andar estava vazio. Fui escoltado até uma porta de vidro embaçada com o nome “Diretoria” escrito. Entrei. A sala era extremamente clara, estéril, perfeitamente organizada. Quase não havia sombras por conta do dia nublado, deixando o ambiente ainda mais brilhante e frio. – Bom dia, senhor Hector. Como está? – A voz era feminina. Uma voz firme, cadenciada… eu não estava preparado para aquilo e nem para o que viria a seguir. Ela lentamente deixou de olhar para as folhas na mesa e me encarou com seus grandes olhos verdes, claros como os meus, destacados por uma sombra escura cujo efeito me cortava ao meio; A boca coberta numa leve camada de batom de cor natural, lábios semi-abertos, cabelos castanhos num coque quase solto… aquilo me desconcertou. Minha concentração foi pela janela, um certo volume começou a aparecer nas minhas calças. Tinha que sentar e tinha que ser rápido. – Agh…E-Estou ótimo. Estou muito bem. Obrigado. – Que bom. Deixou a eloquência no elevador? – Aquela voz… um leve tom de sarcasmo, a sobrancelha arqueada, o olhar fixo. Eu estava perdido. – Eu.. ahg.. perdão é só que por um momento achei que a entrevista estava perdida. Obrigado pela oportunidade. – Hector, a entrevista não está ganha ainda. Você está aqui porque se destacou. Tem traços de liderança, tem coragem, mas seu caráter impulsivo e sua facilidade em desistir pode ser um problema – Ela levantou da cadeira.  O pequeno terno executivo devia cumprir seu trabalho em não ter apelo s****l, mas estava falhando miseravelmente. As pernas firmes sugeriam uma rotina de exercícios. Seu caminhar era lento, calculado, provocativo. Ela se movia para fora do meu campo de visão, eu queria segui-la com meus olhos, mas ela tocou o meu rosto me fez olhar para frente. O toque, o perfume. De forma alguma podia me levantar agora, não com aquela ereção pulsando na minha calça.  – Mas podemos trabalhar nisso – ela disse perto do meu ouvido. Sabia que ela me queria olhando pra frente, mas o jogo havia mudado. Voltei meu rosto para ela, fixei meu olhar no dela, a poucos centímetros de distância. Conseguia sentir o cheiro do batom e estava embriagado, louco. Ela me deu um tapa no rosto e se pôs atrás de mim, segurando meu rosto, me forçando a olhar para frente. – O que você está fazendo? – Perguntei assustado. e******o, curioso, mas assustado mesmo assim. – Te ensinando. – O quê? – Comando. Eu falo, você obedece. Você não hesita, não questiona. – As mãos saindo do meu rosto, descendo pelo meu peito  – Você está aqui porque tem potencial para muita coisa – As mãos correndo pelo meu abdômen. – Está aqui porque eu quero – Finalmente as mãos dela encontram meu pên**is pulsando. Ela o aperta, se aproxima do meu ouvido e diz.  – E hoje você vai adquirir a experiência que lhe falta. Parte de mim queria rasgar a roupas dela ali mesmo, joga-la na mesa e fu*der aquela mulher como se não houvesse amanhã. A outra parte de mim queria ver aonde esse jogo ia dar. – Comando? – Disse com uma voz fraca, rouca. – Levante, olhe pra mim. – Obedeci. Olhei o tão fundo quanto pude nos olhos dela, tentando decifrar o que se passava na cabeça daquela mulher. A partir daquele ponto eu sabia que acabaríamos aquele encontro deitados, ofegando com nossos corpos suados. Dava pra ver no olhar faminto dela e ela com certeza podia ver que meu pré-g**o já havia ultrapassado minha calça. Ela se aproximou e começou a desabotoar minha camisa. Passando a mão pelo meu peito e seguindo pelos braços, ela fez com que a camisa caísse no chão. Segurando minhas mãos, ela me guiou até a cintura dela. Eu subi, deslizando as mãos até o ombro, tirando o pequeno terno executivo, enquanto minha outra mão desabotoava a camisa dela. O calor do corpo dela, era como se as roupas estivessem aprisionando o próprio inferno. Já havia sentido que ela não usava sutiã, mas a antecipação de vê-los era insuportável. Outro tapa. Um empurrão. Ela me jogou num sofá próximo, arrancou meu cinto, montou em mim, arrancou a camisa e enfiou meu rosto nos p****s dela. Eram rosados, firmes, quentes. Eu os apertei com força enquanto deslizava minha língua sobre os m*****s rígidos. Quando tentei chupar com força, recebi mais um tapa. Ela me encarou e disse: – Comece devagar. Sempre. A força vem depois. – Não faz isso comigo, eu quero você – protestei ofegante – você está me deixando louco e eu vou acabar… – Calado. – Não faz isso… – Comece devagar, eu não vou pedir de novo. – Engoli a seco, meu coração batendo com força no meu peito enquanto as mãos dela me empurravam no sofá. – Se controle. – E ela agarrou minha nuca, me aproximando aos poucos. Lentamente eu coloquei meus lábios nos s***s dela, lentamente eu massageava com as mãos suadas. Meu corpo gritava desesperadamente para que eu a tomasse com força, mas eu sabia que não devia. Antecipação era a chave aqui, eu havia aprendido. Suave e então mais forte, algumas mordidas e de volta ao ritmo lento, subindo pelo pescoço, mordiscando a orelha, enquanto pressionava o corpo dela com meus braços contra o meu peito, sentindo o contato da pele. Era como ambos estivéssemos em chamas. Num movimento suave e firme, fiz com que ela se deitasse no sofá, meu corpo por cima dela. Retribuindo o movimento, ela me puxa e toca meus lábios com os lábios dela. Lentamente. Aproveitando cada momento, eu apenas retribuo na mesma medida, sentindo o sabor dos lábios dela. Sem pressa, uso um pouco da língua, ela também. Meus quadris começam a investir contra o corpo dela, esfregando meu p*u nas pernas dela, minhas mãos descem ao vestido dela, o qual eu abro sem esforço descendo um pequeno zíper. Ela não se opõe, eu continuo apalpando a bu*nda dela com força. Me ocorre que eu posso mudar o rumo do jogo, ou igualar o placar. Resolvo parar, olhar para ela. Pela primeira vez, um pouco de surpresa cruza os olhos dela. Eu sorrio, começo a beijar o pescoço dela, descendo pelos s***s, mordiscando meu caminho até o umbigo, removendo a saia dela com um sorriso, fixando meu olhar no dela, antecipando o próximo tapa. Ele não veio. A saia estava no chão e a calcinha branca dela estava molhada. – Você estava esperando por mim. Pronta pra mim. Tirei a calcinha devagar, alisando as pernas, beijando, tirando os sapatos dela e pressionando os pés dela contra o meu rosto. A calcinha estava no chão. Ela sabia o que vinha agora. – Chupa. O cheiro, era enlouquecedor. Sou um aprendiz aplicado, não iria com tanta sede ao pote sem antes aproveitar o caminho. Com meus braços, forcei as pernas dela contra o meu rosto, beijando e mordiscando sempre que possível. Ela deixou escapar um gemido de prazer quando me aproximei do interior das coxas, muito perto da va*gina. Eu não conseguia mais prolongar aquilo. Usei minha língua para sentir o gosto salgado da b*ceta dela, forcei a entrada com movimentos firmes, melando meu nariz e minha boca toda com o gosto dela. Meus dedos explorando o interior quente, minha boca percorrendo tudo o que eu podia tocar. Ela gemia mais alto, forçava minha nuca contra sua va*gina com cada vez mais vigor. Sem aviso ela puxou meu cabelo, me afastando dela. Girou o corpo se soltando de mim e me colocando por baixo, puxou minhas calças e num só movimento tirou minha boxer com meias e tudo, jogando tudo pro outro lado da sala. Enquanto me olhava, ela deixou uma fina linha de saliva cair sobre a cabeça do meu p*u, que já estava doendo de tão duro. Abocanhando tudo de uma vez, ela engoliu minha ro*la, forçando cada centímetro para dentro da garganta. Eu estava no céu. Mais um pouco e eu iria explodir na boca dela. Eu estava suando, gem*endo cada vez mais alto enquanto ela descia até o meu saco e voltava para o meu p*u, chupando como se fosse a última coisa que ela fosse fazer na vida. – Eu vou goz*ar. – Não vai não. – Eu vou. Outro tapa. Olhando pra mim, nua, ela montou em mim e começou a me beijar. Mais uma vez eu agarrei ela com força nos braços, eu queria ela colada em mim. Eu queria estar dentro dela. Com os dedos dentro da vag*ina dela, eu sussurrei ofegante: – Eu vou f*der você. – Vai? – Ela respondeu, quase sem conseguir falar. – Aham. – Como? – Com força. E posicionei meu p*u na entrada na b*ceta quente e molhada dela. Devagar, ela sentou, ge*mendo enquanto eu entrava nela. Éramos um. Podia sentir a pressão dentro dela me puxando ainda mais pra dentro. Comecei a me movimentar. Separando a bun*da dela com as minhas mãos, forçando aquele r**o contra o meu quadril, entrando e saindo, ganhando ritmo. Cada vez mais forte, e mais forte, e ela gemia mais alto e mais alto, o barulho do impacto dos nossos corpos ecoando pela sala. Num movimento, fiquei de joelhos e virei ela contra mim e, de costas, voltei a f*der ela. Passei meu braço pelo pescoço dela, forçando ela até mim enquanto ofegava e gem*ia no ouvido dela, mordendo e chupando o pescoço e os ouvidos. – Fo*de, essa b*ceta! Aumentei a força. – Mais forte! Tive que empurrar o corpo dela pra frente, deixando ela de quatro. Enrolei o cabelo dela na minha mão e meti com força, tanta força que o barulho que nossos corpos faziam quando colidiam era quase mais alto que o gemido dela. Ficamos assim por alguns minutos, aumentando e diminuindo o ritmo até que eu não pudesse mais me controlar. – Eu vou go*zar. – Eu quero na minha boca. – Você vai ter. – Quero tudo. – Cada gota. Tirei o p*u de dentro dela, ela se ajoelhou e começou a me chupar. Aquilo ia ser mais rápido do que eu imaginei. Não demorou muito e eu explodi na boca dela enquanto ela ainda estava com metade da cabeça da minha ro*la na ponta da língua, deixando algum pouco de por*ra escorrer pelo lado da boca. Eu passei o dedo no rosto dela, colocando as últimas gotas pra dentro enquanto ela chupava meu dedo. – Delicia. Agora se veste. – Ela disse, enquanto se levantava. Aquilo me pegou de surpresa. – Ah… – Não está esperando uma aliança, está? – É só que… O que diabos aconteceu aqui? – Você aprendeu. Comando e antecipação. Obviamente você tem talento pra seguir ordens, se adaptar e liderar. A parte de liderar…hum… foi uma delícia. Você agora trabalha pra mim, começa na segunda-feira. – Obrigado…Eu acho. – Respondi enquanto pegava minhas roupas espalhadas por toda sala. Ela colocou apenas a saia, sentou na mesa, arrumou o cabelo e voltou a olhar para as folhas na mesa como se nada tivesse acontecido. Como se os s***s dela não estivessem a mostra, como se minha saliva não estivesse ainda secando ali. – Isso vai acontecer de novo? – Provavelmente não, mas eu não tenho bola de cristal. Feche a porta quando sair, Hector. Os olhares quando eu saí do elevador me trouxeram de volta do devaneio, mas eu não me importava em estar com minha camisa fora da calça, meu cabelo bagunçado e um sorriso b***a no rosto. A única coisa em que conseguia pensar era que eu m*l podia esperar pela segunda-feira. Até que me ocorreu que eu não sabia o nome dela...E de repente a segunda-feira ficou ainda mais distante. **************************** Fazia três meses que eu estava trabalhando na firma de advogados mais bem-conceituada do estado. Estranhamente, ou não, eu era um dos poucos homens no prédio, trabalhando numa sala isolada de todos os outros. Ela não falava comigo desde aquele dia. Paola. Via ela nos corredores, no estacionamento, na cafeteria e nos elevadores, encarava ela nas reuniões. Ela simplesmente fingia não me ver, eu não existia, eu era um fantasma. Em três meses tran**sei com metade das mulheres do escritório tentando chamar a atenção dela. Parei quando percebi que isso não mudaria nada. Me resignei à minha mesa e tarefas, aceitando a frustração daquela situação. Chovia. Muito. E eu estava parado no saguão olhando a chuva torrencial lavando o estacionamento através das grandes janelas de vidro da frente do prédio da firma, medindo mentalmente a distância até meu carro e o quanto me molharia até lá. Odeio guarda chuvas. ___Odeio guarda-chuvas, mas ah ...  - suspiro - ajudaria muito ter um aqui. Era ela. A voz. Lá estava ela parada no saguão com um terninho executivo e cabelo preso num coque conversando com o guarda na recepção enquanto olhava para a porta de saída. - Você não teria um guarda chuvas, teria, Hector? – Me pegou de surpresa, olhando para trás apenas para confirmar que eu estava me aproximando com cara de i*****l. - Ah.. não. Não tenho. Vou ter que correr na chuva até o carro... – Disse com cara de i*****l – Você está de carro? Quer uma carona? - Sim, obrigada! – Merda. Como eu queria que ela tivesse dito “não”. Eu pedi para que ela esperasse até que eu trouxesse o carro até a porta do prédio e ela sorriu e fez um comentário bem humorado sobre como o cavalheirismo não havia morrido, mas insistiu em vir comigo até o carro, protegida pela minha maleta até entrar no carro. Ela não tinha se molhado tanto, mas os pingos haviam molhado sua camisa branca e um pouco do seu cabelo. Sem sutiã novamente. Merda. - E então, Hector, fazendo progressos? - Ah, sim. Estou gostando do trabalho, consegui bons clientes. - Que bom. No nosso último encontro, reavaliei sua impulsividade como algo positivo. - O que foi aquilo? No primeiro dia aqui eu tra**nsei com você e foi incrível, no dia seguinte e nos três meses seguintes você me ignora, mas agora vem tocar no assunto? - Sim. Qual o problema? Queria que eu fosse ver Netflix com você todo final de semana? Eu fiquei em silêncio, com raiva, olhando para a pista. Ela aproximou a mão das minhas pernas e passou levemente os dedos no meu joelho. - Tira a mão daí.. - Nossa, virou padre em três meses? - Mané padre, você tá achando que eu sou o que? Um garoto de programa? - Tudo bem Hector. Vou me comportar aqui, sentadinha no meu canto. Aliás, que bom que você superou isso, acho patético homem que se arrasta e implora... você só dormiu com metade do escritório, mas e daí. Você tem potencial. – Ela continuou falando, gesticulando, arrumando o coque, a chuva amentando, eu sabia que já estávamos próximos da casa dela. Ela continuava falando, eu via a pele dos s***s dela marcados pelo tecido molhado, o peito dela se levantando conforme ela respirava e os lábios vermelhos se movendo. Levei o carro pro acostamento impulsivamente, liguei o pisca alerta, olhei para os olhos dela enquanto apenas o barulho da chuva interrompia o silêncio. Sem falar nada, me inclinei até ela e a tomei num beijo. Empurrei o banco dela para trás e declinei o acento até ficar quase horizontal enquanto a beijava lentamente. Nossas línguas se encontravam, quentes e molhadas, sentindo o sabor um do outro. Ela apertava minha nuca enquanto passava as mãos no meu corpo e eu a abraçava forçando nossos corpos juntos ao ponto de quase se tornarem um só. Ela tinha um sabor especial. Doce. Eu descia pelo seu pescoço, mordendo e chupando com força, sentindo o cheiro do perfume dela e o gosto na minha boca, desabotoando a camisa dela enquanto ela desabotoava a minha e a minha calça. Lambi, apertei e chupei os s*eios rosados que estavam rígidos pelo frio que fazia no carro enquanto ela g*emia e tentava se segurar em apoios no carro. Tirei minha camisa e desabotoei a calça, tirando meu p*u já duro para fora e aproximando do rosto dela. Ela segurou com força, lambeu a ponta olhando para mim, foi colocando o resto com calma na boca quente, passando a língua na cabeça devagar, me fazendo gem*er. Eu queria ela. Queria f*der ela. Não queria esperar. Subi a pequena saia dela, afastei a calcinha e passei os dedos entre as pernas dela, sentindo que ela já estava molhada, então a tomei em meus braços, separando as pernas dela entre meus quadris, pincelando meu p*u na b*ceta quente dela, sentindo o quanto ela me queria dentro dela. ___ Mete, vai. Eu pincelava mais forte agora, sentindo o liquido dela cada vez mais presente. Enfiei o meu p*u todo de uma vez, ela se contorceu, gemeu alto, eu coloquei a mão dela na base do meu p*u, querendo que ela sentisse que estava tudo dentro, sentindo meu p*u lambuzado por ela, sentindo quando eu entrar e sair dela. Então comecei a f*der, mordendo o pescoço dela, esfregando meu corpo no dela. O espaço apertado no carro começou a ficar cada vez mais quente e mais úmido, suávamos feito loucos sem se preocupar em estarmos parados numa rodovia. Eu a virei de costas, tirei a saia dela e enfiei a cara no cu*zinho dela, lambendo com vontade e lambuzando a entrada enquanto ela ge*mia ainda mais alto. Ela forçava a bun*da contra o meu rosto, rebolando, pedindo para ir mais fundo até que levantei e coloquei meu p*u na entrada do c*zinho dela, pulsando, louco para m*eter tudo de uma vez. Ela veio contra o meu corpo, fazendo meu p*u entrar devagar no seu r**o, engolindo ele todo, rebolando e “mastigando” meu p*u com aquela bu*nda maravilhosa. Com cada centímetro dentro do c* dela, eu comecei a met*er com força, trazendo ela cada vez mais perto a cada metida, segurando o corpo dela arqueado contra o meu a cada estocada, passando meu braço pela garganta dela enquanto ouvia ela ge*mer cada vez mais alto. Eu precisava g*ozar, não tinha mais como segurar, então forcei ela contra o banco, empinando a bu*nda e soquei cada vez mais forte, urrando cada vez mais alto, até encher aquele cuz*inho com meu leite. Ainda ficamos um ou dois minutos sem falar nada, comigo dentro dela, respiração ofegante, suados. Levantei, fui pro meu banco, liguei o carro e comecei a dirigir enquanto ela colocava a saia novamente, olhando para mim, querendo dizer algo. Dirigi por dois minutos ou menos e parei o carro na frente da casa dela. Ela me olhando, eu olhando pra ela. ___ O que foi isso, Hector? ___ Não sei, mas não venha pedir para ver Netflix comigo nos fins de semana. Agora acho melhor você entrar na sua casa e tomar um banho, seu marido deve chegar em breve. Os olhos dela agora estavam maiores. Ela não sabia que eu sabia? Mesmo sendo cuidadosa, a marca no dedo, os três carros na garagem, as luzes acessas... era obvio que ela não estava sozinha ali. ___ Sim, você tem razão. Obrigada pela carona. Nos vemos no trabalho. Aliás, como forma de agradecimento, quero que venha jantar na minha casa na sexta e não aceito não como resposta, ok? – Eu não sabia como responder.  Ela percebeu e saiu do carro com um sorriso de menina que havia pregado uma peça em alguém. O jantar é em dois dias e eu vou só por desaforo. Merda.  
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