Capitulo 89 Tubarão

1162 Palavras

🦈 O RASTRO DO SANGUE: A ÚLTIMA CARTADA DO TUBARÃO Eu tava subindo a ladeira no pique, com o Cebola e o Menor na contenção, o suor escorrendo pelo rosto e o pressentimento r**m me apertando a garganta igual um torniquete. O radinho no meu cinto tava mudo faz dois minutos, e no nosso mundo, no coração da Muralha, silêncio é o barulho mais alto que tem: é barulho de problema, de traição, de bico na linha. O Golias não é homem de deixar ninguém no vácuo, ainda mais depois de dar a ordem pra preparar o micro-ondas pro doutorzinho. — Que p***a é essa, Cebola? — rosnei, a voz saindo falha pela falta de ar, apertando o fuzil contra o peito até os nós dos meus dedos ficarem brancos. — O patrão não responde no PTT, o posto tá muito quieto... tem bicho na linha, certeza. Meu sexto sentido tá apitan

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