OLÍVIA Tava no colinho do meu Urso, literalmente derretida. Ele me acariciava com uma mão pesada, firme, mas cheia de carinho. Me beijava devagar, depois com pressa, depois devagar de novo... parecia que ele tinha fome de mim, sede mesmo, como se meu corpo fosse o único alimento dele. De vez em quando ele me apertava tão forte que eu até parava de respirar por um segundo. Eu sei que não é por m*l, é o jeito dele. Mas, caraca... às vezes eu fico pensando se ele tem noção da força que carrega nesses braços gigantes. As mãos dele marcam minha pele fácil, toda vez saio com a impressão dos dedos dele em mim. Tem vez que eu olho no espelho e fico chocada. Mas eu gosto. Gosto de ver as marcas dele no meu corpo, como se ele tivesse deixado ali um “é minha” bem escrito. Ele é enorme,

