OLÍVIA Aí o cara me dá um beijo daqueles que faz até o chão tremer, a língua dele entrando e saindo da minha boca como se tivesse perdido algo lá dentro. Eu, uma virjona de mão cheia, tentando acompanhar o ritmo, mas só conseguia pensar. "c*****o, será que tô fazendo isso direito? Meu hálito tá bom? Ele vai achar estranho se eu morder ele sem querer?" E as mãos dele? Meu Deus. Quentes, grandes, deslizando pelo meu corpo como se já soubessem o caminho de cor. Uma ficou apertando minha cintura, enquanto a outra subiu pelas minhas costas, fazendo um arrepio do c*****o correr pela minha coluna. Eu tava derretendo igual sorvete no meio de janeiro, e o pior? Tava gostando demais. Mas aí veio o pânico. — Espera... espera aí, Urso. — eu empurrei ele de leve, ofegante. Ele parou na

