URSO Mano… a gente tava se pegando no mirante com uma vontade que só vendo. A mina no meu colo, boca colada na minha, mão na minha nuca, as coxas em volta da minha cintura… tava tudo ali. Pronto. Se eu quisesse, virava ela de quatro naquele banco mesmo e mandava ver. Mas ainda era dia, tinha movimento no morro. Vai que alguém sobe ali, dá de cara com a Olívia pelada, minha mina, ali toda entregue… meu irmão, eu não pensava duas vezes, enchia o peito de bala. Porque agora ela é minha. É, minha. A Olívia aceitou namorar comigo, e eu nem sei como tive coragem de soltar aquele "vamos namorar de verdade?". Nunca fui disso. Nunca corri atrás de mulher nenhuma, papo reto. Comigo sempre foi o seguinte: as mina que vinham até mim. p**a, interesseira, alguma doida querendo se aventurar

