Alessandro O motor do carro ronca sob mim, vibrando como se sentisse minha raiva. Minhas mãos se agarram ao volante com tanta força que os nós dos dedos ficam brancos. As instruções eram claras: encontre-os sozinho no ferro-velho da velha mansão ou Maddie morre. Não me importo se é uma armadilha óbvia. Não me importo se saio daqui em um saco preto. Só preciso vê-la. Só preciso levá-la de volta para casa em segurança. O ferro-velho é um labirinto de metal enferrujado, iluminado apenas por postes quebrados e o brilho distante da lua. Sombras se projetam das pilhas de carros retorcidos, amontoados como lápides em um cemitério de aço. Um lugar perfeito para matar alguém e se livrar do corpo. Se alguém tiver que morrer aqui esta noite, que seja eu — não ela. No centro do pátio, desligo o m

