Capítulo 30

1610 Palavras

Alessandro O armazém é m*l iluminado, uma única lâmpada balança suavemente no teto alto, lançando sombras longas e sinistras sobre o chão de concreto. O ar está espesso, impregnado com o fedor de suor e sangue, misturando-se a um medo opressor que parece se agarrar a tudo ao redor, quase palpável. Quando entro, meus passos reverberam no silêncio, ecoando como um toque de finados em uma capela abandonada. O homem amarrado a uma cadeira no centro da sala está quase irreconhecível. Seus braços estão firmemente atados atrás das costas, e seu rosto é uma máscara grotesca de inchaço e hematomas, marcas evidentes da surra brutal que sofreu. Ele já é um caco, mas eu não tenho a menor intenção de aliviar sua situação — pelo contrário. Atrás dele está Anton, ladeado por dois dos meus homens, com

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