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1265 Palavras

DAVI NARRANDO Eu fiquei rodando aquilo na cabeça como se estivesse fazendo ronda mesmo, indo e voltando no mesmo ponto sem sair do lugar. Porque, pra mim, não fazia sentido nenhum. Nenhum. A conversa tinha começado simples, despretensiosa, e do nada virou essa p***a desse nó que me apertou o peito. Natal. Logo Natal. Na minha cabeça, era óbvio. Se a mãe dela vinha pro jantar de apresentação das famílias então por que diabos ela não viria passar o Natal aqui também? Não era lógica complicada. Não era imposição. Era só natural. Família junta. Gente que se gosta dividindo a mesa. Era isso. Mas a Isabela consegue complicar tudo. E o pior é que ela fala que eu quero tudo do meu jeito. Só que, quando é o jeito dela, vira regra. Vira ponto final. Vira não tem conversa. Isso me irrita pra c**

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