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781 Palavras

ISABELA NARRANDO - Continuação A mão dele continuava ali, parada no meu peito, quente, pesada, como se estivesse segurando meu coração por dentro. E eu tentava respirar, tentava manter a sanidade, tentava lembrar que eu não tinha entrado naquela casa pra isso… mas o corpo dele colado no meu deixava tudo difícil demais. A respiração dele batia na minha nuca, acelerada, um pouco descontrolada. Ele não estava mais tentando fingir que não queria. Não estava mais escondendo nada. Dava pra sentir no toque, na boca encostada no meu ombro, no jeito que ele me apertava mais quando eu mexia um pouco a perna. — Isa… — ele murmurou, com a voz grave, pedindo sem pedir. — Deixa eu fazer com você também… Eu fechei os olhos na hora. Meu corpo queria dizer sim. Meu corpo tava gritando SIM. Mas minha c

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