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717 Palavras

— Davi, p***a… — ele abriu os braços. — Você sumiu. Sorri na hora. — Não sumi. — respondi. — Eu voltei. Ele riu, daquele jeito satisfeito. — E fez falta. — disse, sério agora. — Os números tão fluindo muito melhor desde que você reassumiu. Decisão rápida, risco calculado, leitura de mercado… voltou a ser você. Assenti, sentindo aquele orgulho silencioso que não sobe à cabeça, mas aquece o peito. — Empresa precisa de dono presente — falei. — De alguém que assuma o risco junto. Ele concordou com a cabeça, depois olhou pra Isabela. Não de cima a baixo. Olhou com curiosidade inteligente. — E você trouxe reforço, pelo visto. Virei um pouco mais a cadeira, aproximei ela de mim sem nem perceber. — Isabela. — apresentei, simples. — Minha esposa. Ela sorriu, elegante, segura, taça firme

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