— BOM DIAAAAAA, SENHORA MONTEZZANOOOOOO! — a Ju gritou. A cozinha explodiu em gargalhada. — Para com isso! — falei na hora, rindo, morrendo de vergonha. — Vocês são impossíveis! — Impossível nada — a Célia respondeu, batendo palma. — Agora é noiva, minha filha. Já pode se acostumar. — Ontem era cuidadora, hoje é patroa — o Romeu entrou na zoação. — Amanhã manda a gente tudo embora. — Tá doido? — falei, rindo mais ainda. — Vocês não se livram de mim tão fácil. A Ju veio e me abraçou forte, daquele jeito sem cerimônia. — A gente ficou tão feliz por você, Isa… — ela disse, mais baixo. — De verdade. Aquilo me desmontou um pouco. Engoli seco, sorri. — Obrigada… — respondi. — E ó — ela completou, já rindo de novo — o café tá quase pronto, mas se o doutor acordar e não tiver pão quentin

