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950 Palavras

Eu fechei o notebook devagar, juntando as mãos como quem ora por um milagre. — Belinha… essa casa é um buraco n***o. Quem entra… não volta. Isabela estalou a língua. — Deus me defenderai. Eu passo longe. E ali, naquele momento, eu tive certeza de uma coisa: A próxima pessoa que fosse pra casa dos Montezano teria que ser meio santa, meio k******e, meio suicida. E eu não fazia ideia de quem seria louca o suficiente pra aceitar. Mas o telefone ia tocar de novo. E eu sabia que a história ainda não tinha acabado. Quando o telefone do meu escritório tocou de novo e eu vi “Sra Helena Montezzano” na tela, eu até respirei fundo antes de atender. O homem falava com calma, educação, voz firme… e com dinheiro o bastante pra comprar metade da cidade se ele quisesse. Eu coloquei no viva-voz por r

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