Capítulo 191-2

958 Palavras

Minha sogra chegou com o feijão que não desgrudou dela nunca mais mesmo, e fechou a cara assim que me viu, não entendi foi nada. — Tá tudo pronto, sogra? — perguntei sorrindo. — Será que eu posso pelo menos dar um abraço na minha filha antes? Ou vou ter que te matar aqui mesmo? — ela rosnou de volta, me abraçando forte, com os olhos marejados. — Tu vai me pagar, tá? — escuto a voz do Feijão atrás, vindo quente. — Qual foi, Feijão? Fiz nada pra tu, não — respondo rindo. — Tu monopolizou essa mulher a semana inteira. Tu não tem ideia do veneno que eu tô passando dentro de casa. — ele reclama, e eu dou risada. — Ué, não saiu da casa da dona mais não ? — Tô tentando, né? Mas tu toda hora manda uma missão pra ela. Tá f**a, meu cumpadi, tá f**a. Tive que me enfiar nessa organização aqu

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