— Eu falei pra você não fazer nada. Não era pra você ter se mexido, c*****o. — Mas eu quis fazer pra te agradar, Zé. Eu hein. — revirei os olhos, me afastando e voltando a arrumar a mesa. — Agora senta aí e come. Anda logo. Ele bufou, contrariado, mas logo me puxou de novo, dessa vez me jogando sentada no colo dele, como se não conseguisse ficar bravo por muito tempo. — A gente tem mesmo que voltar pro Rio? Apoiei a cabeça no ombro dele, soltando um suspiro longo. — Ai, não queria… queria mais disso, mais daqui, mais de você. E comecei a rebolar devagar no colo dele, com malícia, sentindo ele endurecer debaixo de mim na mesma hora. As mãos dele já agarraram minha coxa, os olhos me fitaram com fome, e aquele sorriso torto dele se desenhou nos lábios. — Tu quer mesmo me deixar maluco

