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Voltei! Vou me vingar de vocês!

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Sinopse

Luciana acreditava no poder do amor e da amizade. Noiva do Miguel, um homem por quem nutria toda a sua confiança e carinho, ela chegou a romper os laços com os próprios pais, convencida de que a sua felicidade estava ao lado dele.

Sua amiga de infância, Carolina, era para ela como uma irmã, uma confidente inseparável, com quem compartilhava sonhos e segredos.

Porém, essa confiança seria cruelmente traída, pelos dois. Eles arquitetaram um plano sinistro que culminou em uma tentativa de assassinato, visando eliminar Luciana e garantir o domínio absoluto sobre sua vida.

O destino tinha outros planos. Embora o atentado a tenha deixado gravemente ferida e a privado da memória, uma força interior imensa a manteve viva. Ela desperta para um mundo desconhecido, sem lembranças do passado recente, mas com uma intuição aguçada de que algo terrível aconteceu.

Fragmentos das memórias começam a emergir, e com eles, a dura verdade: as duas pessoas que ela mais amava e confiava eram os responsáveis por sua queda. Com a ajuda de aliados inesperados, enfrenta a dura jornada para reconstruir sua vida e recuperar tudo o que foi roubado dela — não apenas bens materiais, mas também sua dignidade e seu direito à justiça.

Determinada a desmascarar Miguel e Carolina, Luciana se lança numa batalha que vai além da vingança. Ela busca a redenção e a reconquista de sua identidade, aprendendo a se fortalecer diante das adversidades e a confiar novamente em si mesma. Em meio a esse turbilhão de emoções, ela descobre que a verdadeira sorte não está nas mãos dos traidores, mas na força da própria coragem para recomeçar.

Esta é a história de uma mulher que, mesmo diante da maior traição, encontra em seu coração a força para se levantar, desvendar segredos sombrios e reconstruir seu destino.

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Capítulo 01: O começo de tudo!
Um Encontro de Ideais e Destinos... Foi numa tarde de verão, durante um seminário sobre inovação social em São Paulo, que os caminhos de Henrique Mendes e Cecília Andrade se cruzaram pela primeira vez. O evento, realizado numa antiga fábrica restaurada e transformada em centro de tecnologia e cultura, reunia engenheiros, empreendedores e agentes sociais com o objetivo de debater o futuro da tecnologia inclusiva no Brasil. Henrique havia sido convidado para falar sobre o uso da inteligência artificial em projetos de automação industrial. Cecília, por sua vez, estava lá como palestrante de um painel sobre inclusão digital e educação tecnológica em comunidades de baixa renda. Quando ela subiu ao palco e começou a falar, com paixão e clareza, sobre como o conhecimento tecnológico pode transformar realidades sociais, Henrique ficou encantado... não apenas com as ideias, mas com a força por trás daquelas palavras. Após o evento, ele aproximou-se, curioso e admirado. Conversaram por horas. Descobriram que, apesar de virem de mundos profissionais distintos, compartilhavam uma mesma crença: a tecnologia só tem valor real quando melhora a vida das pessoas. Um amor que cresce com os sonhos... Não demorou para que o encontro de ideias se transformasse em encontros de alma. Começaram a sair, a debater projetos, a visitar ONGs e startups, a sonhar juntos. Henrique era metódico, visionário e movido por lógica. Cecília era sensível, estratégica e guiada pelo impacto humano. Um completava o outro. A relação deles cresceu na mesma medida em que crescia a Titanum Robotic’s, empresa que Henrique fundara anos antes, mas que só ganhou a sua verdadeira alma quando Cecília passou a integrar, informalmente, suas decisões estratégicas... propondo programas de formação, projetos sociais internos e parcerias com comunidades. Casaram-se dois anos após o primeiro encontro, numa cerimônia discreta numa chácara em Atibaia, rodeados de amigos, ex-alunos da Cecília, colaboradores da Titanum e familiares. O altar foi construído por jovens aprendizes do curso de robótica comunitária apoiado por ela. Superações e Conquistas... No início, houve resistência. Parte do mercado não levava a sério a junção entre tecnologia de ponta e responsabilidade social. Investidores queriam lucros rápidos, e projetos sociais eram vistos como distrações. Mas Henrique e Cecília mantiveram-se firmes. Cecília desenvolveu um programa interno de bolsas para jovens de periferia, e muitos dos primeiros bolsistas se tornaram engenheiros e programadores da Titanum. Henrique, inspirado por ela, desenhou sistemas de automação com foco em acessibilidade e sustentabilidade. Quando a Titanum foi reconhecida como uma das empresas mais inovadoras da América Latina, o casal já era símbolo de uma nova geração de líderes... humanos, éticos e visionários. Mas, para eles, a maior conquista não era o prêmio, e sim cada vida que havia sido tocada ao longo do caminho. Um Amor Que Move Máquinas e Corações... Henrique dizia que Cecília era sua "inteligência emocional artificial"... a parte que ele mesmo não sabia que precisava para fazer as suas ideias ganharem alma. Cecília o chamava de: "poeta dos circuitos", por transformar cabos e códigos em pontes para o futuro. Juntos, provaram que amor e tecnologia não são opostos. São, quando bem combinados, a força mais poderosa para transformar o mundo. A Tempestade de Dentro... Era uma noite de terça-feira em São Paulo. Chovia forte. O prédio espelhado da Titanum Robotic’s parecia uma ilha no meio de uma tempestade. Lá dentro, luzes ainda acesas no último andar denunciavam que o casal fundador da empresa permanecia ali, imersos numa das decisões mais difíceis das suas vidas. Naquela semana, um dos maiores contratos da Titanum, com um consórcio europeu de automação industrial, havia sido suspenso por pressão política. Com ele, mais de 40% da receita anual da empresa estava ameaçada. Investidores exigiam cortes. Entre as primeiras sugestões do conselho: reduzir os programas sociais da empresa e demitir parte da equipe formada por ex-alunos dos projetos filantrópicos da Cecília. Henrique estava sentado, curvado sobre a mesa, olhando para gráficos e relatórios. O brilho do monitor refletia nos seus olhos cansados. Cecília, de pé, junto à grande janela de vidro, observava as luzes da cidade sendo desfocadas pela chuva. — Se a gente cortar agora, perde o que somos... ela disse, sem virar o rosto. Henrique suspirou... — E se não cortarmos, perdemos tudo. Não quero ver a Titanum afundar, Cecília. Não depois de tudo. Ela aproximou-se devagar, sentou-se ao lado dele, e tocou a sua mão... — Você lembra o que me disse quando fundou a Titanum? Que queria criar algo que o mundo não tivesse só porque podia, mas porque precisava. Henrique... Eles precisam da gente. Aqueles jovens que estão lá embaixo... eles são a razão de estarmos aqui. Ele fechou os olhos por um instante. Viu o rosto do André, um garoto que conheceu numa oficina de robótica comunitária apoiada por Cecília, hoje um dos programadores mais brilhantes da empresa. Pensou na Lídia, que aos 16 anos, consertava drones com as mãos e com o olhar de quem acredita. — E se fizermos o contrário do que esperam?... ele sussurrou... — E se dobrarmos o investimento nos projetos sociais? E apresentarmos isso não como custo, mas como diferencial competitivo? Ela sorriu. Era um sorriso cansado, mas cheio de fé... — Isso vai nos custar mais agora. Mas pode salvar o futuro. ... ... ... Na manhã seguinte, contra todas as expectativas, Henrique subiu ao palco de uma coletiva de imprensa e anunciou o que parecia loucura: "A Titanum não fará cortes sociais. Ao contrário, abriremos mais 100 bolsas de formação tecnológica para jovens em situação de vulnerabilidade. E mais: apresentarei ao mercado uma nova linha de robôs industriais desenhados e testados por esses próprios jovens, mostrando que inovação pode... e deve... nascer de onde ninguém espera." A repercussão foi imediata. Manchetes. Apoio popular. Novos investidores que acreditavam em impacto social real. O contrato europeu não voltou... mas novos surgiram, ainda maiores, com empresas que viam na Titanum não só tecnologia de ponta, mas propósitos. Dias de Impacto e Corações em Chamas... A decisão do Henrique e da Cecília correu como um raio pela comunidade tecnológica e social da América Latina. Em vez de demitir, a Titanum contratava. Em vez de cortar, investia. Num mundo acostumado a respostas frias e estratégicas, a ousadia de apostar em pessoas, principalmente nas que vinham das classes inferiores... tocou um nervo invisível na sociedade. Jornais como El País, Forbes Brasil e Tech Crunch chamaram a iniciativa de “a virada humana da robótica”. Universidades passaram a estudar o modelo da Titanum como um novo tipo de ecossistema empresarial: onde inovação, lucro e transformação social coexistem e prosperam. Empresas parceiras, antes céticas, começaram a abrir as suas portas para as tecnologias desenvolvidas por jovens formados nos programas internos. Alguns desses jovens, que até poucos anos atrás não sabiam o que era um algoritmo, agora lideravam células de pesquisa, criavam “interfaces”, projetavam braços robóticos para inclusão de pessoas com deficiência. Mas o que aconteceu dentro da empresa foi ainda mais marcante. CONTINUA!...

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