Capítulo 2 parte 2

564 Palavras
Charles Alguém bateu na porta. Eu não queria atender ninguém, mas levantei-me mesmo assim. Era Angel, com o rosto todo vermelho e inchado, provavelmente por chorar. Ela me pediu desculpas e saiu. Sentei-me na cama bem pensativo. Achava que tinha pegado pesado com ela. Apesar de ela ser o que é – uma interesseira –, eu deveria me desculpar por minhas reações também. Saí pela casa à procura dela e a encontrei na biblioteca. Ela estava sob a luz do pôr do sol, entretida lendo um livro enorme. Fiquei observando da porta. A luz do entardecer refletia em seu vestido branco deixando-o praticamente transparente. Dava para ver a curva do seu corpo, ela era magrinha e linda, os s***s marcando no vestido, bem pontudinhos. Eu conseguia ver cada detalhe, até sua calcinha rosa claro. Eu não estava me aguentando e fui até ela. — Angel, eu vim me desculpar. Ao ouvir minha voz, ela se levantou com um sobressalto. — Não precisa se desculpar, eu é quem estava errada. Cheguei perto dela e não aguentei, pressionei-a contra a parede e a beijei. Ela não resistiu e me deu espaço, então vasculhei a boca dela com meus beijos. Senti seus m*****s duros encostando em mim, apertei-a contra meu corpo e logo fiquei duro. Eu sentia sua i********e encostando na minha e pressionei mais. Logo ela começou a mexer os quadris, eu estava ficando louco. Então me lembrei de tudo o que aconteceu comigo e a soltei, mesmo a desejando. Corri como uma criança, entrei no meu quarto e logo depositei dinheiro na conta dela, sabia que era disso que ela gostava. Angel Charles saiu correndo de novo, eu realmente não o entendia. Ele me deixou queimando, meu fogo precisava ser apagado. Meu celular fez um barulho, fui olhar e vi que Charles havia depositado dez mil dólares na minha conta. Meu fogo se apagou num instante. Quem ele pensava que eu era? Fui até o quarto dele e comecei a socar a porta, ele iria me escutar. Quando ele abriu, já fui logo gritando, furiosa: — Você está louco? Eu não quero esse dinheiro, seu nojento! — Pare de se fazer de boazinha. Eu sei que não me deseja e só quer o dinheiro, foi para isso que se casou. Devolvi o dinheiro dele na mesma hora, pois não queria um centavo. Eu estava com tanta raiva que comecei a socá-lo. — Você acha que sou uma prostituta e você é meu c*****o? — gritei enquanto batia nele, mas eu o socava e ele nem saía do lugar. Fui para o meu quarto espumando de ódio. Quem ele achava que eu era? Uma qualquer? Pois agora ele estava ferrado, eu me faria de difícil para ele. Se ele chegasse perto de mim de novo, eu o morderia, não deixaria que tocasse em mim outra vez. Acabei dormindo com raiva e tive sonhos horríveis. — O que foi, Catherine? Não me deixe trancada de novo, por favor, eu te imploro! Papai está sabendo das coisas que você faz comigo? Você é um monstro, Catherine! — Seu pai está viajando a negócios e você vai fazer o que eu mando ou nunca mais verá seu papaizinho. Acordei gritando e suada. O celular despertou às oito da manhã. Eu ia descer para tomar café, mas decidi fazer greve de fome, não queria olhar na cara do Charles.
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