16. Gatinha inofensiva

1834 Palavras

Alonzo Não tenho certeza de quanto tempo estou no escritório, mas quando termino e me levanto, a garrafa está quase vazia e meu peito dói onde desenhei as linhas. Mas minha mente está em outra coisa agora. Na garota lá em cima. Foda ela e livre-se dela. Ainda não estou comprometido com essa última parte. Não sei por quê. Talvez sejam os olhos dela. Olhar para eles me devolveu uma lembrança. Açúcar queimado. Creme de caramelo. Eu sei que é minha imaginação me fazendo pensar que posso sentir o cheiro enquanto subo as escadas pela casa m*l iluminada e subo as escadas até meu quarto. Alex está de guarda. Ele é sobrinho de Lígia e um soldado em quem confio. — Ela lhe causou algum problema? — Além de me pedir para deixá-la ver o irmão novamente, não. Ela está quieta como um rato. — Bom.

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